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Alegria na pele da escrava branca

Arquivo Geral

02/11/2004 1h00

Esse é o momento dela. Escolhida para protagonizar o remake da novela Escrava Isaura, na Rede Record, a atriz Bianca Rinaldi cresce profissionalmente e se diz realizada com o papel. De passagem por Brasília no último domingo, para o encerramento da exposição de 51 anos da emissora, no Terraço Shopping, ela disse ao Jornal de Brasília que está adorando fazer a famosa escrava que lançou Lucélia Santos, em 1976.

Depois de ser protagonista em duas novelas do SBT, Pícara Sonhadora e Pequena Travessa, agora o desafio foi compor um personagem de época. “É difícil, a diferença está no comportamento, no movimento, no linguajar. Mas estou adorando”, disse a atriz.

Não houve teste, Bianca foi escolhida pelo diretor Herval Rossano, o mesmo da primeira versão da novela. Para a atriz foi uma grande surpresa o convite. “Ele escolheu a dedo não só o elenco, mas toda a equipe”, afirma.

A Escrava Isaura da Record é uma nova versão da história da escrava branca, produzida em 1976 pela Rede Globo, reprisada duas vezes pela emissora, além de passar em 140 países. É a novela brasileira de maior sucesso no mundo. “Todo trabalho é um desafio, mas este é o meu maior desafio até o momento”, avalia.

A novela está sendo exibida pela Record deste o dia 18 de outubro e está dando grandes índices de audiência, melhorando o ibope do horário, às 18h50. “A emissora está crescendo. Está batalhando para criar o que há de melhor em teledramaturgia”, avalia Bianca.

Por tratar de uma época do Brasil de muita violência, Escrava Isaura destaca o sofrimento das pessoas da época. “A novela mostra o que realmente existiu, é muito leve em vista da realidade nua e crua que aquelas pessoas viveram. Não mostramos nada que as pessoas já não tenham lido”, diz.

A atriz diz que não assistiu a nenhuma cena da primeira versão de Escrava Isaura, interpretada pela atriz Lucélia Santos, para compor a personagem. Começou do zero, baseou apenas nos textos e no livro de Bernardo Guimarães. “Não tem nada a ver com a primeira. Eu não faço comparação nenhuma, a mídia é que faz”, declara.

Bianca começou a carreira artística em 1990, quando foi selecionada para ser paquita da apresentadora Xuxa Meneghel. Ficou cinco anos no programa como Xiquita Bibi. A estréia como atriz foi no seriado Malhação, da TV Globo, em 1997, em que interpretava uma professora de ginástica.

Depois, foi para o SBT, onde participou da novela infanto-juvenil Chiquititas e protagonizou Pícara Sonhadora, Mila, em que vivia uma jovem sonhadora, trabalhadora e determinada que se apaixona por um milionário, e Pequena Travessa, onde fez dois papéis, de um menino e uma menina. “Estou na minha terceira protagonista, mas ainda é o início da minha carreira, ainda tenho muito que aprender, a cada trabalho vou estar me realizando”, revela.

A experiência como atriz também envolve diversas peças de teatro e participações no cinema, como em Lua de Cristal e Sonho de Verão, quando era paquita da Xuxa, e Didi Quer ser Criança. A atriz também fez cursos de interpretação para investir na carreira. “Acho que a experiência também conta muito. Cada dia é uma aula”, diz.

Além da novela, atualmente Bianca está em cartaz em São Paulo com a comédia Jeitinho Brasileiro. “Sou escrava da escrava, mas dou um jeito de conciliar o teatro”, diz.

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    02/11/2004 1h00

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    Depois de ser protagonista em duas novelas do SBT, Pícara Sonhadora e Pequena Travessa, agora o desafio foi compor um personagem de época. “É difícil, a diferença está no comportamento, no movimento, no linguajar. Mas estou adorando”, disse a atriz.

    Não houve teste, Bianca foi escolhida pelo diretor Herval Rossano, o mesmo da primeira versão da novela. Para a atriz foi uma grande surpresa o convite. “Ele escolheu a dedo não só o elenco, mas toda a equipe”, afirma.

    A Escrava Isaura da Record é uma nova versão da história da escrava branca, produzida em 1976 pela Rede Globo, reprisada duas vezes pela emissora, além de passar em 140 países. É a novela brasileira de maior sucesso no mundo. “Todo trabalho é um desafio, mas este é o meu maior desafio até o momento”, avalia.

    A novela está sendo exibida pela Record deste o dia 18 de outubro e está dando grandes índices de audiência, melhorando o ibope do horário, às 18h50. “A emissora está crescendo. Está batalhando para criar o que há de melhor em teledramaturgia”, avalia Bianca.

    Por tratar de uma época do Brasil de muita violência, Escrava Isaura destaca o sofrimento das pessoas da época. “A novela mostra o que realmente existiu, é muito leve em vista da realidade nua e crua que aquelas pessoas viveram. Não mostramos nada que as pessoas já não tenham lido”, diz.

    A atriz diz que não assistiu a nenhuma cena da primeira versão de Escrava Isaura, interpretada pela atriz Lucélia Santos, para compor a personagem. Começou do zero, baseou apenas nos textos e no livro de Bernardo Guimarães. “Não tem nada a ver com a primeira. Eu não faço comparação nenhuma, a mídia é que faz”, declara.

    Bianca começou a carreira artística em 1990, quando foi selecionada para ser paquita da apresentadora Xuxa Meneghel. Ficou cinco anos no programa como Xiquita Bibi. A estréia como atriz foi no seriado Malhação, da TV Globo, em 1997, em que interpretava uma professora de ginástica.

    Depois, foi para o SBT, onde participou da novela infanto-juvenil Chiquititas e protagonizou Pícara Sonhadora, Mila, em que vivia uma jovem sonhadora, trabalhadora e determinada que se apaixona por um milionário, e Pequena Travessa, onde fez dois papéis, de um menino e uma menina. “Estou na minha terceira protagonista, mas ainda é o início da minha carreira, ainda tenho muito que aprender, a cada trabalho vou estar me realizando”, revela.

    A experiência como atriz também envolve diversas peças de teatro e participações no cinema, como em Lua de Cristal e Sonho de Verão, quando era paquita da Xuxa, e Didi Quer ser Criança. A atriz também fez cursos de interpretação para investir na carreira. “Acho que a experiência também conta muito. Cada dia é uma aula”, diz.

    Além da novela, atualmente Bianca está em cartaz em São Paulo com a comédia Jeitinho Brasileiro. “Sou escrava da escrava, mas dou um jeito de conciliar o teatro”, diz.

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