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Ainda o futebol

Arquivo Geral

03/09/2005 0h00

Ainda a respeito do que aqui foi colocado na edição de ontem, existem pontos em questão, que merecem melhor consideração. A Globo, sem contabilizar os subprodutos, colocou à disposição do mercado seis cotas de patrocínio da próxima Copa do Mundo e terá em cima disso um faturamento bruto que deve ultrapassar a marca de um bilhão de reais. Três grandes anunciantes, a Ambev, Banco Itaú e Vivo, estão colocando no futebol global do ano que vem R$ 163 milhões cada uma. Evidentemente, são três patrocinadores que nada ou pouco terão para investir nas programações das outras emissoras. Por outro lado, também existe aí um aspecto altamente positivo, que é a presença de empresas tão-somente da iniciativa privada. Não existe nada do governo. A Globo, ao contrário de todas as outras, teve a sabedoria de explorar convenientemente o produto futebol, que hoje é responsável direto por uma parcela bem respeitável do seu faturamento. E o inverso dessa linha também é verdadeiro: hoje, o futebol do Brasil, muito especialmente os seus principais clubes, não conseguem mais viver sem a televisão, no caso a Rede Globo.

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