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Ai, que saudades da nossa Friziléia

Arquivo Geral

03/09/2004 0h00

A veterana Elizabeth Savalla retoma sua verve de comediante no teatro, após figurar na TV como a vilã Jezebel, em Chocolate com Pimenta. Savalla sempre foi mais ligada aos palcos do que dedicada à telinha. Com o fim da novela, a atriz volta a posar à frente da Companhia Savalla & Áttila – ao lado do dramaturgo Camilo Áttila – e estréia em Brasília o espetáculo Friziléia – Uma Mulher à Beira de um Ataque de Nervos, uma referência satírica à personagem central da canção Ai, Que Saudades de Amélia, de Ataulfo Alves e Mário Lago.

A montagem de Áttila e Luiz Campelo, dirigida por Luiz Arthur Nunes e protagonizada por Savalla, está em cartaz de hoje a domingo, no Teatro dos Bancários. Para a trama, foram escalados ainda os atores Marcelo Escorel e Maria Esmeralda, que vivem, respectivamente, o esposo de Friziléia e a “adorável” sogra.

Savalla encarna dois personagens. Ela é Friziléia, uma dona de casa simples e esperançosa que vive a rotina massacrante de lavar, passar roupa e cozinhar para o marido. Algumas alterações em seu humor a transformam num alter-ego devasso: uma perua maquiadíssima.

A trama se desenvolve num tempo imaginário de 24 horas. Depois de se casar sob pressão dos pais e sufocada com o cotidiano doméstico, Friziléia esbarra numa situação-limite que a leva a cogitar cometer suicídio. Essa Amélia do terceiro milênio assume radicalmente o papel de vítima e decide se matar para chamar atenção.

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    03/09/2004 0h00

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    A montagem de Áttila e Luiz Campelo, dirigida por Luiz Arthur Nunes e protagonizada por Savalla, está em cartaz de hoje a domingo, no Teatro dos Bancários. Para a trama, foram escalados ainda os atores Marcelo Escorel e Maria Esmeralda, que vivem, respectivamente, o esposo de Friziléia e a “adorável” sogra.

    Savalla encarna dois personagens. Ela é Friziléia, uma dona de casa simples e esperançosa que vive a rotina massacrante de lavar, passar roupa e cozinhar para o marido. Algumas alterações em seu humor a transformam num alter-ego devasso: uma perua maquiadíssima.

    A trama se desenvolve num tempo imaginário de 24 horas. Depois de se casar sob pressão dos pais e sufocada com o cotidiano doméstico, Friziléia esbarra numa situação-limite que a leva a cogitar cometer suicídio. Essa Amélia do terceiro milênio assume radicalmente o papel de vítima e decide se matar para chamar atenção.

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