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Agora é moda

Arquivo Geral

26/09/2005 0h00

Alô, patrulha de plantão, nada de distorcer os fatos. Fique bem claro que ninguém aqui vai colocar em discussão ou contestar o livre direito de cada um fazer da sua vida o que quiser. As preferências pessoais de todo e qualquer cidadão sempre devem merecer o maior respeito e consideração. E aqui não será diferente. O condenável, em alguns casos, é a propaganda. A vulgaridade. A gratuidade. De uns tempos para cá, via novelas ou seriados, alguns senhores da nossa televisão, não sei com que objetivo, resolveram investir na figura do homossexual em suas histórias, mas nunca colocando o assunto como algo absolutamente natural ou da livre opção de cada um. Na novela A Lua me Disse, sem que até agora exista melhor explicação a respeito, desde o seu primeiro capítulo aparece um homem vestido de mulher, tipo caricato, que nunca acrescentou coisa alguma à história. Está ali de graça. Personagem criado especialmente para o ator Miguel Magno, que já revelou se sentir muito bem no papel, tanto que se esmera nos detalhes. Falar com a língua presa, por exemplo, é um deles. Na América, a partir de hoje, o Juninho do Bruno Gagliasso vai se apresentar ao lado do seu namorado. E, se isso não bastasse, Bang Bang vem por aí, na mesma faixa das sete da noite, com Kadu Moliterno, Ernani Moraes e Evandro Mesquita, entre outros, escrachadamente vestidos com roupas de mulher. Há necessidade disso? Será que não estamos diante de um novo e pernicioso modismo?

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      Arquivo Geral

      20/10/2004 0h00

      Efeito Casa dos Artistas: a Bandeirantes achou por bem escalar uma drag queen na segunda edição do reality Tá na Mão, que estréia hoje. Dindry Buck é o nome da criança. Dizem que não vai aparecer “montada”.

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          Arquivo Geral

          14/08/2004 0h00

          A televisão brasileira passou a enveredar por uma tendência mundial, que é essa febre dos reality shows. Teve início com No Limite, na Globo, e logo depois programas do gênero passaram a ocupar posição de destaque na grade das emissoras. Sílvio Santos teve acesso ao formato original de Big Brother, da Endemol, mas não quis bancar os direitos. Deu um jeitinho e, muito na moita, lançou sua Casa dos Artistas. Principalmente o sucesso comercial da Casa, levou Endemol e Globo, que criaram uma empresa no Brasil, a processar o SBT por ter copiado a idéia. Deflagrou-se uma guerra, que corre na Justiça até hoje. Porém, liminares à parte, Casa dos Artistas chega a sua quarta edição neste domingo, agora batizada de Protagonistas de Novela. Sempre é bom ressaltar, no entanto, o megasucesso alcançado por Big Brother na Globo, apresentado por Pedro Bial. Aliás, se dependesse unicamente do desejo do comercial da emissora carioca, seria uma edição a cada três meses. Nunca se ganhou tanto dinheiro com reality shows, produtos estes de qualidade duvidosa, marcados pela baixaria e que não acrescentam qualidade alguma. Mas, repito, rendem uma grana absurda quando “bem-feitos”. De olho nesse novo “eldorado”, a Record, que até então estava passando a distância, vai lançar logo de cara dois programas. Estréia amanhã o Sem Saída, com Marcio Garcia, e no dia 2 de novembro, com Roberto Justus, o reality-emprego O Aprendiz. E a Bandeirantes? Bem, ela também não fica fora dessa roda e anuncia o Tá na Mão, com Otávio Mesquita, que se passará em um shopping center e dará um carro ao participante que suportar a maratona de ficar com uma das mãos no automóvel-prêmio. É bom lembrar que, como toda febre, a dos reality shows uma hora também vai passar. Mas só Deus sabe quando. O problema é que, além do faturamento, esses programas conseguem arrolar cada vez mais um número maior de seguidores, ou melhor, telespectadores. Daí, eles continuam brotando em cantos diversos do mundo, levando as emissoras a deixar investimentos e qualidade de lado, tornando-se verdadeiras reféns. Onde isso vai chegar?.

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