Num forte clima de espionagem internacional, os agentes inimigos Jeremiah Eks (Antonio Banderas) e Sever (Lucy Liu) se enfrentam em uma complicada missão.
Os dois precisam encontrar uma poderosa arma química capaz de matar uma pessoa sem deixar vestígios. Jeremiah, que estava afastado do FBI há algum tempo, retorna às suas funções prometendo combater sua bela e perigosa inimiga. A direção do filme fica por conta do alemão Kaos.
Uma explosão na hora certa pode ser ótima num filme, mas cem delas acabam deixando o espectador indiferente. Quem duvida disso só precisa assistir a Dupla Explosiva.
Pouco envolvente, confuso e repleto de cenas de artes marciais, o filme marca a estréia do diretor tailandês Wych Kaosayananda nos Estados Unidos e não deve criar uma explosão muito grande nas bilheterias.
O projeto é indicativo do interesse despertado pelas produções asiáticas nos EUA: é a primeira vez que um tailandês é contratado em Hollywood para dirigir uma produção de grande orçamento, estimada em US$ 70 milhões.
Os primeiros dez minutos de ação ininterrupta confirmam os relatos segundo os quais o roteiro de Alan McElroy teria inspirado um novo videogame – invertendo a tendência mais comum, que é partir do videogame para o filme.
Vinn (Talisa Soto) observa os agentes de seu marido, Gant (Greg Henry), tirando seu filho Michael (Aidan Drummond) do carro. Em seguida, uma assassina provoca um acidente pavoroso entre vários veículos. Ela revela ser Sever (Lucy Liu), cuja expressão facial rigidamente indiferente é a única coisa nela que trai sua ocupação.
A história é um desfile incessante de façanhas, lutas, perseguições de carro e explosões. Os fanáticos pelo cinema de ação vão gostar.