Menu
Promoções

A volta da fusão pop-samba-rock

Arquivo Geral

05/07/2004 0h00

Quem ouve Marcelo D2 misturando samba e hip hop e acha o máximo, precisa ouvir o novo disco do Picassos Falsos. A nova geração pode se perguntar: “falso o quê?” A banda carioca com nome paulistano, mas que surpreendeu em meio à mesmice que imperava no rock brasileiro no final dos anos 80, volta 15 anos depois com um excelente trabalho, Novo Mundo, o terceiro da carreira retomada no final do ano passado.

Humberto Effe (vocal), Gustavo Corsi (guitara), Luis Henrique Romanholli (baixo) e Abílio Rodrigues (bateria) estão de volta com um repertório amadurecido e ótimas sacadas no melhor estilo do samba crítico inspirado em Noel Rosa. O quarteto apresenta um rosário de bons sambas-pop-rock em Rua do Desequilíbrio e Pra Deixar de Ficar Só, cai no baião percorrendo uma das principais avenidas da cidade do Rio de Janeiro em Presidente Vargas.

Depois de cada qual experimentar trabalhos paralelos e solos – Humberto Effe fez trilha sonora com Dado Villa-Lobos e compôs para Frejat e Skank; Corsi fundou a Rio Sound Machine e tocou com meio mundo funk; Romanholi assumiu a carreira de jornalista; e Abílio foi lecionar filosofia e vender instrumentos musicais em sua loja – uma das bandas mais influentes do pop rock nacional voltou a gravar . Os cariocas dos Picassos tinham deixado apenas dois discos em uma vida curta de pouco mais de três anos, mas Picassos Falsos (1987, Plug/RCA) e Supercarioca (1988, Plug/BMG Ariola). Na época, surpreenderam, um soco no estômago de quem esperava mais uma bandinha de rock. Agora, num trabalho temporão, têm sua prova de fogo.

    Você também pode gostar

    A volta da fusão pop-samba-rock

    Arquivo Geral

    05/07/2004 0h00

    Quem ouve Marcelo D2 misturando samba e hip hop e acha o máximo, precisa ouvir o novo disco do Picassos Falsos. A nova geração pode se perguntar: “falso o quê?” A banda carioca com nome paulistano, mas que surpreendeu em meio à mesmice que imperava no rock brasileiro no final dos anos 80, volta 15 anos depois com um excelente trabalho, Novo Mundo, o terceiro da carreira retomada no final do ano passado.

    Humberto Effe (vocal), Gustavo Corsi (guitara), Luis Henrique Romanholli (baixo) e Abílio Rodrigues (bateria) estão de volta com um repertório amadurecido e ótimas sacadas no melhor estilo do samba crítico inspirado em Noel Rosa. O quarteto apresenta um rosário de bons sambas-pop-rock em Rua do Desequilíbrio e Pra Deixar de Ficar Só, cai no baião percorrendo uma das principais avenidas da cidade do Rio de Janeiro em Presidente Vargas.

    Depois de cada qual experimentar trabalhos paralelos e solos – Humberto Effe fez trilha sonora com Dado Villa-Lobos e compôs para Frejat e Skank; Corsi fundou a Rio Sound Machine e tocou com meio mundo funk; Romanholi assumiu a carreira de jornalista; e Abílio foi lecionar filosofia e vender instrumentos musicais em sua loja – uma das bandas mais influentes do pop rock nacional voltou a gravar . Os cariocas dos Picassos tinham deixado apenas dois discos em uma vida curta de pouco mais de três anos, mas Picassos Falsos (1987, Plug/RCA) e Supercarioca (1988, Plug/BMG Ariola). Na época, surpreenderam, um soco no estômago de quem esperava mais uma bandinha de rock. Agora, num trabalho temporão, têm sua prova de fogo.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado