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A televisão da feira livre

Arquivo Geral

14/06/2004 0h00

Dia desses, neste mesmo espaço, foi colocado o problema de algumas emissoras de televisão, que resolveram escancarar os seus espaços e vender de tudo. De parafuso a avião, os “marreteiros” eletrônicos tentam enfiar goela abaixo do telespectador os mais diferentes tipos de produtos e serviços, agora até de ordem sexual. Reparem bem: a TV Globo ainda se permite ser a exceção. É a única que tem a sua programação normal, com o merchandising de praxe, mas distinguindo bem as coisas. Intervalo comercial é intervalo comercial. Todas as outras, incluindo-se aí grandes redes, resolveram se nivelar por baixo e têm os seus momentos de “camelôs”. E não são poucos. Os chamados programas femininos, por exemplo, ficam o tempo todo tentando vender uma coisinha ou outra. É um massacre. O mesmo se observa nas mesas esportivas, onde o futebol, vôlei, basquete etc., perdem fácil para os fios e cabos elétricos, marcas de cerveja, fábricas de sapatos, pilhas, presunto, lingüiça, mortadela, permutas de restaurantes e por aí vai. Com todo respeito, mesmo considerando a necessidade em faturar nesses tempos bicudos de agora, virou uma grande esculhambação.

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