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A religião em filmes

Arquivo Geral

01/02/2005 0h00

O projeto Encontro com o Cinema Brasileiro entra em seu terceiro ano e começa hoje a edição 2005 com o tema Religião. O local continua o mesmo: o cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O convidado especial desta edição é o cineasta José Joffily, diretor de O Chamado de Deus, realizado em 2001.

O longa é um documentário sobre seis jovens vocacionados que revelam as razões pelas quais optaram pela vida religiosa no maior país católico do mundo. Três deles decidiram seguir os preceitos da Renovação Carismática. Os demais escolheram uma linha mais próxima à Teoria da Libertação. O Chamado de Deus será exibido hoje, a partir das 19h, e depois terá debate com Joffily, tudo com entrada franca.

Também na linha documental será apresentado Fé, de Ricardo Dias. O filme discute o poder da fé como mosaico das diferentes religiões.

As imagens registram, por exemplo, a romaria de São Francisco das Chagas (Ceará), a festa de Iemanjá (Praia Grande, São Paulo), além de cultos do Vale do Amanhecer, em Brasília.

Outro longa da programação é Santo Forte, de Eduardo Coutinho, em que ele registra o sincretismo popular numa favela da Zona Sul carioca, onde católicos, umbandistas e evangélicos compartilham da crença numa comunicação direta com o sobrenatural.

Já Santa Cruz, de Marcos Sá Corrêa e João Moreira Salles, aborda o nascimento de uma igreja evangélica num loteamento clandestino localizado no subúrbio carioca de Santa Cruz.

A programação também destaca obras ficcionais, como Prova de Fogo, de Marco Altberg, Tenda dos Milagres e O Amuleto de Ogum, ambos de Nelson Pereira dos Santos.

A seleção ainda conta com a versão experimental do cineasta Júlio Bressane para a vida de São Jerônimo, filme no qual ele mostra uma personagem repleta de dúvidas com relação à sua própria fé.

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    O longa é um documentário sobre seis jovens vocacionados que revelam as razões pelas quais optaram pela vida religiosa no maior país católico do mundo. Três deles decidiram seguir os preceitos da Renovação Carismática. Os demais escolheram uma linha mais próxima à Teoria da Libertação. O Chamado de Deus será exibido hoje, a partir das 19h, e depois terá debate com Joffily, tudo com entrada franca.

    Também na linha documental será apresentado Fé, de Ricardo Dias. O filme discute o poder da fé como mosaico das diferentes religiões.

    As imagens registram, por exemplo, a romaria de São Francisco das Chagas (Ceará), a festa de Iemanjá (Praia Grande, São Paulo), além de cultos do Vale do Amanhecer, em Brasília.

    Outro longa da programação é Santo Forte, de Eduardo Coutinho, em que ele registra o sincretismo popular numa favela da Zona Sul carioca, onde católicos, umbandistas e evangélicos compartilham da crença numa comunicação direta com o sobrenatural.

    Já Santa Cruz, de Marcos Sá Corrêa e João Moreira Salles, aborda o nascimento de uma igreja evangélica num loteamento clandestino localizado no subúrbio carioca de Santa Cruz.

    A programação também destaca obras ficcionais, como Prova de Fogo, de Marco Altberg, Tenda dos Milagres e O Amuleto de Ogum, ambos de Nelson Pereira dos Santos.

    A seleção ainda conta com a versão experimental do cineasta Júlio Bressane para a vida de São Jerônimo, filme no qual ele mostra uma personagem repleta de dúvidas com relação à sua própria fé.

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