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A ordem é entreter

Arquivo Geral

06/11/2004 0h00

Ainda recentemente, a preocupação com o atual estado de coisas levou um respeitável número de dirigentes das afiliadas do SBT, 12 no total, ao Centro de Televisão da Anhangüera. Na ocasião, todos foram cordialmente recebidos pelo consultor Eugenio Lopes. Ele ouviu atentamente as reivindicações feitas e, quando se reclamou de um jornalismo mais competitivo, informou que o objetivo do SBT é fazer uma televisão de entretenimento. Também deixou claro que não existe e está totalmente descartada qualquer possibilidade de venda da emissora ou parte dela. Foram informações que, de uma forma geral, tranqüilizaram os presentes. Ainda assim, os próximos 60 dias serão decisivos. De duas, uma: ou o SBT volta a se colocar no mercado com uma programação competitiva, capaz de ao menos continuar lhe assegurando o confortável segundo lugar de sempre, ou poderá ter dificuldades em contornar perigosa crise que se esboça, há algum tempo, entre as suas afiliadas. É uma situação delicada. O perigo de uma debandada geral existe e deve ser considerado. Se o SBT hoje sente na pele as quedas de faturamento e audiência, persistindo o atual estado de coisas, em muito pouco tempo poderá ser surpreendido com as saídas de algumas importantes emissoras, que hoje fazem parte da sua rede. Até mesmo em comunicados oficiais, o alto comando da Anhangüera já se colocou e veio a público, anunciando que a reforma administrativa, iniciada há dois anos, deverá estar concluída em dezembro. Acredita-se que, a partir daí, as coisas voltem a um estágio aceitável e a emissora se coloque novamente em condições de competir com as outras importantes redes. O perigo é tamanho do terreno oferecido às concorrentes.

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