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A nova Record

Arquivo Geral

05/02/2005 0h00

O quadro definitivo atual do alto comando da Rede Record começou a receber seus primeiros traços em abril ou maio do ano passado. Na ocasião, ainda num circuito muito fechado, surgiram as primeiras informações sobre a possível saída de Dennis Munhoz da presidência da emissora, fato que acabou se consumando somente agora. Naquele mesmo período, é importante lembrar, causou estranheza a todos a rápida e repentina passagem de Alexandre Raposo, o presidente recém-empossado, pela Rede Mulher, outra empresa do grupo Record. Ele ficou apenas dois dias como seu diretor geral. Tido como homem de confiança de Honorilton Gonçalves, Raposo foi sendo preparado para assumir as suas funções de agora. É um homem da igreja, o que pode projetar uma mudança de filosofia. Enquanto Munhoz trabalhava apenas com o orçamento da emissora, impedido de ousar, espera-se que Raposo vá além, investindo na programação, também, o dinheiro da igreja. Isso, num futuro não muito distante, poderá trazer benefícios à emissora da Barra Funda e, conseqüentemente, abalar alicerces de redes concorrentes como SBT e Globo. Atualmente a Record já alcança o segundo lugar de audiência em alguns horários, por meio de títulos como A Escrava Isaura e Cidade Alerta, entre outros, mas seus esforços ainda não são suficientemente concretos para tirar o SBT do circuito. Com o dinheiro da igreja, esse quadro pode apresentar mudanças. Agora, para se chegar na Rede Globo, aí já é uma outra história.

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