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A memória de um poeta exagerado

Arquivo Geral

11/06/2004 0h00

Boa pedida para o fim de semana: assitir a Cazuza – O Tempo Não Pára. O longa, com direção de Walter Carvalho e Sandra Werneck, é uma sensível mostra de como foi a vida de um dos maiores poetas da nova geração brasileira.

No papel principal, Daniel de Oliveira, impressionantemente parecido com Cazuza, Marieta Severo e Reginaldo Faria, que intrepertam os pais dele, Lucinha e João Araújo. Leandra Leal interpreta Bebel Gilberto, amiga e companheira do compositor. Cadu Favero é Frejat. Andréa Beltrão e André Gonçalves interpretam amigos de Cazuza, pessoas que vivem a boêmia carioca ao lado dele.

As cenas reproduzem fielmente o cenário do baixo Leblon, no início da década de 80. O Circo Voador, os bares, os ensaios da recém montada banda Barão Vermelho e toda a rebeldia do músico e poeta.

Rebeldia transgressora, que não conhecia limites e se refletia em todas as áreas de sua vida: nas relações afetivas, nas novas experiências, no amor pelo perigo, na criação artística.

O final é triste, como na vida real, mas belo, embalado por cenas de forte apelo emocional graças ao virtuosismo de Walter Carvalho e pela bela trilha sonora, repleta de todos os sucessos de Cazuza.

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    11/06/2004 0h00

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    No papel principal, Daniel de Oliveira, impressionantemente parecido com Cazuza, Marieta Severo e Reginaldo Faria, que intrepertam os pais dele, Lucinha e João Araújo. Leandra Leal interpreta Bebel Gilberto, amiga e companheira do compositor. Cadu Favero é Frejat. Andréa Beltrão e André Gonçalves interpretam amigos de Cazuza, pessoas que vivem a boêmia carioca ao lado dele.

    As cenas reproduzem fielmente o cenário do baixo Leblon, no início da década de 80. O Circo Voador, os bares, os ensaios da recém montada banda Barão Vermelho e toda a rebeldia do músico e poeta.

    Rebeldia transgressora, que não conhecia limites e se refletia em todas as áreas de sua vida: nas relações afetivas, nas novas experiências, no amor pelo perigo, na criação artística.

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