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À luz de Babenco

Arquivo Geral

01/11/2004 0h00

Quem assistiu ao filme Carandiru, lançado ano passado, pôde ver um exemplo da arte do diretor Hector Babenco. Mas o longa, que levou 4,6 milhões de pessoas ao cinema, é apenas uma pequena mostra da capacidade de Hector, nascido na Argentina e há anos radicado no Brasil.

Para mostrar ao público todo o trabalho dele, o roteirista e jornalista Roberto Guimarães criou a mostra Hector Babenco: Um Olhar Poético Sobre a Marginalidade, em cartaz a partir de amanhã, no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil.

“Alguns filmes de Hector não eram exibidos há muitos anos. Decidi recuperar essa memória e aproveitar para fazer uma homenagem aos 30 anos de carreira, que ele comemorará ano que vem”, explica Guimarães. Sucessos de público como Lúcio Flávio, Passageiro da Agonia, realizado em 1977; e Pixote: a Lei do Mais Fraco, lançado em 1981, fazem parte da mostra.

Além de todos os longas-metragens realizados por Babenco, a mostra traz curtas-metragens que mostram os bastidores de filmagens, duas entrevistas concedidas ao Programa Roda Viva (em 1987 e 1998) e filmes que dialogam com a obra do diretor, como Eu Matei Lúcio Flávio (1979), de Antonio Calmon e Quem Matou Pixote (1996), de José Joffily. O evento vai até o dia 14 e terá dois debates: Vendo os Filmes de Babenco e Fazendo os Filmes de Babenco.

“Acredito que o grande diferencial desse trabalho é o catálogo, que foi elaborado depois de meses de pesquisa em arquivos de jornais e no arquivo pessoal de Hector”, explica Guimarães. O material traz fotos dos bastidores de produções como O Beijo da Mulher-Aranha e Pixote, e desvenda o que fica por trás das câmeras.

Serviço

Hector Babenco: Um Olhar Poético Sobre a Marginalidade – De hoje ao dia 14, no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Sul, em frente ao Clube de Golfe). Ingressos a R$ 4 (inteira), à venda na bilheteria do local.

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    01/11/2004 0h00

    Quem assistiu ao filme Carandiru, lançado ano passado, pôde ver um exemplo da arte do diretor Hector Babenco. Mas o longa, que levou 4,6 milhões de pessoas ao cinema, é apenas uma pequena mostra da capacidade de Hector, nascido na Argentina e há anos radicado no Brasil.

    Para mostrar ao público todo o trabalho dele, o roteirista e jornalista Roberto Guimarães criou a mostra Hector Babenco: Um Olhar Poético Sobre a Marginalidade, em cartaz a partir de amanhã, no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil.

    “Alguns filmes de Hector não eram exibidos há muitos anos. Decidi recuperar essa memória e aproveitar para fazer uma homenagem aos 30 anos de carreira, que ele comemorará ano que vem”, explica Guimarães. Sucessos de público como Lúcio Flávio, Passageiro da Agonia, realizado em 1977; e Pixote: a Lei do Mais Fraco, lançado em 1981, fazem parte da mostra.

    Além de todos os longas-metragens realizados por Babenco, a mostra traz curtas-metragens que mostram os bastidores de filmagens, duas entrevistas concedidas ao Programa Roda Viva (em 1987 e 1998) e filmes que dialogam com a obra do diretor, como Eu Matei Lúcio Flávio (1979), de Antonio Calmon e Quem Matou Pixote (1996), de José Joffily. O evento vai até o dia 14 e terá dois debates: Vendo os Filmes de Babenco e Fazendo os Filmes de Babenco.

    “Acredito que o grande diferencial desse trabalho é o catálogo, que foi elaborado depois de meses de pesquisa em arquivos de jornais e no arquivo pessoal de Hector”, explica Guimarães. O material traz fotos dos bastidores de produções como O Beijo da Mulher-Aranha e Pixote, e desvenda o que fica por trás das câmeras.

    Serviço

    Hector Babenco: Um Olhar Poético Sobre a Marginalidade – De hoje ao dia 14, no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Sul, em frente ao Clube de Golfe). Ingressos a R$ 4 (inteira), à venda na bilheteria do local.

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