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A lenda folclórica de Curupira no CCBB

Arquivo Geral

30/07/2004 0h00

A criançada tem programa garantido neste final de semana. A Companhia Boto-Vermelho, uma das mais importantes do País e comemorando dez anos, apresenta o espetáculo Curupira, amanhã e domingo, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Escrito pelo brasiliense Roger Mello, sob a direção de Ricardo Schöpke, a peça se passa em uma mata fechada, no interior de Minas Gerais, numa noite de lua cheia. Dois irmãos estão na companhia de estranhos personagens da região: o velho da mata, a velha da embolada, a mariposinha, e de gritos e assovios que prenunciam a presença de um curupira pelas redondezas.

A Companhia Boto-Vermelho Produções Artísticas foi criada em 1994 pelo produtor Ricardo Schöpke e pelo ilustrador Roger Mello e visa contar às crianças os mitos e as lendas do povo brasileiro e o imaginário coletivo. A lenda folclórica diz que Curupira faz os caçadores se perderem na mata em dia de sexta-feira. Curupira é protetor de um lado, assustador do outro. Meio bicho, meio gente, meio assombração.

O espetáculo foi apresentado pela primeira vez em julho de 1995, no Rio de Janeiro. O grande sucesso já percorreu diversos estados e cidades do Brasil, como São Paulo (São José dos Campos, São Caetano, Diadema, Santos e Taubaté) Minas Gerais (Belo Horizonte, Juiz de Fora, Baependi, Cataguases, Muriaé, Manhuaçu, Leopoldina e Ubá), Santa Catarina (Florianópolis e Blumenau) e Brasília – perfazendo um total de 181 espetáculos. A apresentação em Brasília também faz parte das comemorações dos nove anos de sucesso do espetáculo. Além da peça, haverá o lançamento do livro Curupira, com tarde de autógrafos com Roger Mello.

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    30/07/2004 0h00

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    Escrito pelo brasiliense Roger Mello, sob a direção de Ricardo Schöpke, a peça se passa em uma mata fechada, no interior de Minas Gerais, numa noite de lua cheia. Dois irmãos estão na companhia de estranhos personagens da região: o velho da mata, a velha da embolada, a mariposinha, e de gritos e assovios que prenunciam a presença de um curupira pelas redondezas.

    A Companhia Boto-Vermelho Produções Artísticas foi criada em 1994 pelo produtor Ricardo Schöpke e pelo ilustrador Roger Mello e visa contar às crianças os mitos e as lendas do povo brasileiro e o imaginário coletivo. A lenda folclórica diz que Curupira faz os caçadores se perderem na mata em dia de sexta-feira. Curupira é protetor de um lado, assustador do outro. Meio bicho, meio gente, meio assombração.

    O espetáculo foi apresentado pela primeira vez em julho de 1995, no Rio de Janeiro. O grande sucesso já percorreu diversos estados e cidades do Brasil, como São Paulo (São José dos Campos, São Caetano, Diadema, Santos e Taubaté) Minas Gerais (Belo Horizonte, Juiz de Fora, Baependi, Cataguases, Muriaé, Manhuaçu, Leopoldina e Ubá), Santa Catarina (Florianópolis e Blumenau) e Brasília – perfazendo um total de 181 espetáculos. A apresentação em Brasília também faz parte das comemorações dos nove anos de sucesso do espetáculo. Além da peça, haverá o lançamento do livro Curupira, com tarde de autógrafos com Roger Mello.

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