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24 horas contra o terrorismo

Arquivo Geral

02/01/2006 0h00

Faltam poucas horas para começar o quarto dia na vida do agente especial Jack Bauer. Por causa do sucesso de ibope da terceira temporada – que chegou a dar mais audiência do que a média do horário –, a Globo comprou os direitos de exibição na TV aberta da quarta parte de 24 Horas, a série em tempo real protagonizada por Kiefer Sutherland e que já passou no canal pago Fox.

O seriado entra no período de férias do Programa do Jô, no lugar das habituais reprises tapa-buracos, de 2 de janeiro a 2 de fevereiro (com reprise do último capítulo no dia seguinte). No dia 6, estréia Lost, também um hit na TV paga, no ar pelo AXN.

O horário flutuante da série, que será apresentada após o Jornal da Globo, entre 23h30 e 0h45, faz o pacote de DVDs, recém-lançado pela Fox, parecer mais interessante ao fã, apesar do preço.
A Globo também fica em desvantagem em relação ao DVD ao perder o tempo real do programa, que tem os minutos dos comerciais também computados na passagem do tempo. A emissora aberta sai num horário do cronômetro e volta após o intervalo sem se preocupar com isso.
Este 24 Horas começa às 7h. Um grupo terrorista faz um atentado contra um trem para pegar uma maleta e desviar a atenção de um plano maior. Jack Bauer (Sutherland) saiu da UCT (Unidade de Combate ao Terrorismo) e agora trabalha no Departamento de Defesa do governo dos EUA. Mas a primeira hora nem termina e Bauer já está de volta à ação.
Os vilões são muçulmanos e estão infiltrados há anos em solo americano. Por causa disso, a série foi acusada de disseminar o preconceito contra o mundo islâmico. Bobagem, como comenta o roteirista Stephen Kronish: “Não queremos dizer que todo muçulmano é um terrorista. Isso seria injusto. Mas também temos de manter a verossimilhança. Se fosse um bando de terroristas suecos, iriam rir da gente por anos”.
Para quem quer mais do seriado, há também um bom material extra espalhado pelos sete DVDs, com comentários dos atores que interpretam os terroristas, uma hora de cenas deletadas, um passeio pela construção da UCT e episódios feitos para celular.
E a quinta temporada já está agendada nos EUA. Nos dias 15 e 16, episódios de duas horas abrem a temporada. Um aperitivo: além de Sutherland, pelo menos outros dez participantes de temporadas anteriores devem voltar.

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    24 horas contra o terrorismo

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    02/01/2006 0h00

    Faltam poucas horas para começar o quarto dia na vida do agente especial Jack Bauer. Por causa do sucesso de ibope da terceira temporada – que chegou a dar mais audiência do que a média do horário –, a Globo comprou os direitos de exibição na TV aberta da quarta parte de 24 Horas, a série em tempo real protagonizada por Kiefer Sutherland e que já passou no canal pago Fox.

    O seriado entra no período de férias do Programa do Jô, no lugar das habituais reprises tapa-buracos, de 2 de janeiro a 2 de fevereiro (com reprise do último capítulo no dia seguinte). No dia 6, estréia Lost, também um hit na TV paga, no ar pelo AXN.

    O horário flutuante da série, que será apresentada após o Jornal da Globo, entre 23h30 e 0h45, faz o pacote de DVDs, recém-lançado pela Fox, parecer mais interessante ao fã, apesar do preço.
    A Globo também fica em desvantagem em relação ao DVD ao perder o tempo real do programa, que tem os minutos dos comerciais também computados na passagem do tempo. A emissora aberta sai num horário do cronômetro e volta após o intervalo sem se preocupar com isso.
    Este 24 Horas começa às 7h. Um grupo terrorista faz um atentado contra um trem para pegar uma maleta e desviar a atenção de um plano maior. Jack Bauer (Sutherland) saiu da UCT (Unidade de Combate ao Terrorismo) e agora trabalha no Departamento de Defesa do governo dos EUA. Mas a primeira hora nem termina e Bauer já está de volta à ação.
    Os vilões são muçulmanos e estão infiltrados há anos em solo americano. Por causa disso, a série foi acusada de disseminar o preconceito contra o mundo islâmico. Bobagem, como comenta o roteirista Stephen Kronish: “Não queremos dizer que todo muçulmano é um terrorista. Isso seria injusto. Mas também temos de manter a verossimilhança. Se fosse um bando de terroristas suecos, iriam rir da gente por anos”.
    Para quem quer mais do seriado, há também um bom material extra espalhado pelos sete DVDs, com comentários dos atores que interpretam os terroristas, uma hora de cenas deletadas, um passeio pela construção da UCT e episódios feitos para celular.
    E a quinta temporada já está agendada nos EUA. Nos dias 15 e 16, episódios de duas horas abrem a temporada. Um aperitivo: além de Sutherland, pelo menos outros dez participantes de temporadas anteriores devem voltar.

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