Por Mariana Menhó e Rafael Soares
O avanço no tratamento contra os malefícios do cigarro eletrônico (os chamados vapes) requer interrupção imediata do uso e fisioterapia respiratória para a reabilitação do paciente.
Representante da Liga Acadêmica de Fisioterapia Cardiovascular, Julia Cerqueira relata que os riscos associados ao uso contínuo são “sérios”. Em maior destaque, a utilização pode gerar a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
Ela explica que essa patologia acontece quando os alvéolos pulmonares morrem. Isso impede a troca gasosa e resulta na retenção de gás carbônico (CO2), o que faz com que o pulmão perca sua capacidade de expansão e retração natural.
Riscos
A professora Maria Carolina Cerqueira alerta para o risco de uma pneumonia inflamatória diretamente ligada com os componentes químicos dos “vapes”.
A doença é causada pela inalação de substâncias que, ao entrarem em contato com as vias aéreas, se condensam e acumulam no pulmão, gerando um quadro inflamatório que pode acarretar a morte.
Cigarro eletrônico: perigo é disfarçado por cores, aromas e formatos
Comprometimento do sistema respiratório. Exposição a substâncias mortais. Flerte com o vício. A quem pensa que o cigarro eletrônico é apenas uma boa alternativa para se livrar do uso crônico do cigarro convencional, é hora de se atualizar.
Em relação aos malefícios causados pelos dispositivos, o médico Ricardo Martins, da Faculdade de Medicina da UnB, e pneumologista no Hospital Universitário de Brasília, avalia que perigo que paira sobre os usuários, quanto na dificuldade e combater a indústria fabricante dos DEF’s.