Redação Jornal de Brasília/Agência UniCeub
Por Joana Alves, Mariana Mazzaro, Juliana Diniz e Laís Cornils
A pesquisadora Dayanne de Mendonça, que atua no Ministério da Saúde, defendeu as estratégias de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) para refugiados venezuelanos como política pública, particulamente para a vacinação. Ela diz que em torno de dois mil imigrantes foram recebidos pela Operação Acolhida, em Pacaraima (RR).
“Quando o venezuelano adentra a Operação Acolhida e não tem cartão de vacinação, ele passa pela casa de vacina e toma todas as vacinas disponíveis no território nacional.”
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Ela salienta que não existem barreiras no atendimento dos venezuelanos em relação a todos os serviços. Inclusive, há uma atenção especial para diminuir obstáculos linguísticos. “Temos uma imigração muito forte da comunidade indígena. O tratamento é individualizado, tanto no projeto quanto no serviço de saúde local, respeitando a particularidade da etnia.”
Outro atendimento prioritário é de acompanhamento de pré-natal.
A Operação Acolhida é um projeto do governo federal para o Estado de Roraima, para auxílio da imigração venezuelana, diz a pesquisadora.
Além disso, em entrevista para a Agência de Notícias UniCEUB, a profissional qua atua no departamento de atenção hospitalar, domiciliar e de urgência na Secretaria de Atenção Especializada à Saúde.
“O Ministério da saúde adota políticas para imigrantes, de uma maneira que estados e municípios consigam realmente sobreviver com o aumento do fluxo imigratório, para dar conta tanto do fluxo migratório quanto da população local”, comenta Dayanne.
Supervisão de Luiz Claudio Ferreira