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Anvisa começa a receber dados sobre cigarro eletrônico

O cigarro eletrônico simula, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o ato de fumar um cigarro convencional

Foto: Divulgação / Ministério da Saúde

A partir da próxima segunda-feira (11), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) começará a receber evidências técnicas e científicas dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF), também conhecidos como cigarros eletrônicos.

Nesta etapa, a agência apresenta um documento técnico e um formulário para contribuições a papelada. As informações devem ser enviadas até o dia 11 de maio.

O objeto tem se tornado cada vez mais popular entre os jovens nos últimos anos. Segundo uma pesquisa do Datafolha, em 2021, com jovens com 18 anos ou mais, mostrava que 9% dos entrevistados já haviam experimentado o dispositivo.

O cigarro eletrônico simula, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o ato de fumar um cigarro convencional, onde, ao contrário de haver a combustão do tabaco, há a queima de uma solução líquida, que pode conter nicotina e outros químicos.

Os Dispositivos Eletrônicos para Fumar são proibidos no país pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 46/2009. Em 2019, a Agência iniciou um processo regulatório para a discussão e atualização de informações técnicas sobre o tema.

Ainda que qualquer um possa participar e enviar informações para o relatório, a agência lembra que o processo não é uma votação ou uma enquete.

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