Fábio Grecchi
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Weslian Roriz foi um caso à parte no debate de ontem. Que ela tem imensa dificuldade em se expressar e que está completamente despreparada para tarefa tão complexa, isto já se sabia desde o confronto entre os candidatos realizado pela Rede Globo. No SBT, ela assumiu um comportamento que por pouco não chegou ao patético: em vários momentos disse que “assinava embaixo” daquilo que seus oponentes fariam.
Nem parecia candidata, mas eleitora de qualquer dos outros três que ali estavam. Não apenas a inadaptação de Weslian vai entrar para o fabulário político nacional – suas mancadas no debate passado são hit no You Tube –, como também seu parco vocabulário político.
Indagada por Agnelo Queiroz sobre a Copa do Mundo, Weslian mais uma vez rolou a palavra sem ir ao ponto. Sequer lembrou da secretaria especial que seu marido disse que criaria, quando ainda era candidato. Pior: a todo momento afirmava que a administração dela seria tocada “com muito amor”.
Percebendo o desconforto de Weslian, Eduardo Brandão perguntou aquilo que todos, percebendo a total incapacidade da candidata para a função a ela atribuída, querem saber: se enxergava como ato de amor o calvário de expor, ante milhares de pessoas, seu completo despreparo para uma candidatura. Weslian não tergiversou: disse que quem quis assumir a tarefa e que o fazia por considerar injusta a punição que impuseram ao seu marido.
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