Sionei Ricardo Leão
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Os candidatos à primeira suplência ao Senado são o quinhão milionário da campanha política do Distrito Federal neste ano. A somatória dos patrimônios de Osório Adriano (DEM), Anna Kubitschek (DEM), Professor Antônio José (PV), Clayton de Souza (PV) e Marcelo Barra (PSOL) se traduz na cifra de R$ 71.357 milhões. É a maior em comparação com o conjunto dos que disputam o mandato de governador, vice-governador e dos titulares ao próprio Senado.
A soma do patrimônio dos concorrentes a governador do DF é de R$ 7 milhões. A dos vice-governadores, R$ 10,1 milhões. A riqueza total dos que disputam o mandato de senador como titulares alcança R$ 11,9 milhões. A riqueza maior dos primeiros suplentes deve-se à fortuna pessoal do democrata Osório Adriano. Na declaração de bens que protocolou na Justiça Eleitoral, ele avaliou em R$ 64,4 milhões as suas posses. Anna Kubitschek informou ter R$ 2 milhões; Professor Antônio José, R$ 3,4 milhões; Clayton Sales, R$ 296 mil; Helio José R$ 564 mil; e Marcelo Barra, R$ 538 mil.
Os outros concorrentes à primeira suplência ao Senado declararam não possuir qualquer patrimônio. Foi o que afirmaram Carlos Kobayashi (PSL), Francisco Targino (PSTU), Ivo Brito (PCO), Nico Façanha (PSL), Washington Valle (PV), Wilmar Lacerda (PDT).
Em todo o Centro Oeste há somente dois candidatos nas eleições deste ano mais ricos que Adriano. O mais abastado é Blairo Maggi (PR-MT), que disputa o mandato de senador por Mato Grosso. O maior plantador de soja do País estimou a fortuna em R$ 152,4 milhões.
O segundo mais rico do Centro-Oeste é o empresário Pedro Chaves (PSC-MS). Ele entrou na campanha como candidato a primeiro suplente a senador por Mato Grosso do Sul. Seu patrimônio foi estimado em R$ 69,3 milhões, “somente” R$ 5 milhões a mais do que Adriano.
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