Menu
Política & Poder

Ser dona de casa só não basta

Arquivo Geral

20/10/2010 8h13

Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

 

A candidata Weslian Roriz (PSC) está certa de que gerir a renda familiar e cuidar dos afazeres domésticos é tão complicado quanto administrar uma unidade da República Federativa do Brasil. Claro: não acreditasse que são coisas praticamente iguais, não venderia tal ideia em seu programa eleitoral na TV. Mas até que ponto mães e donas de casa acreditam que orçamento doméstico e orçamento do Distrito Federal têm a mesma simplicidade?

 

Por causa disso é que o Jornal de Brasília foi às ruas, ontem à tarde, em busca de outras mães-donas de casa como Weslian para perguntar-lhes se governar é o mesmo que cuidar das compras da casa, administrar as contas da família, calcular os gastos de pais e filhos, gerir o tempo de todos os moradores do lar e garantir que nada falte e ninguém saia prejudicado. Assim, o JBr conversou com um grupo de donas de casa que deixava um dos principais supermercados da cidade, no Cruzeiro.

 

A sondagem envolveu mulheres de diferentes faixas etárias e classes sociais. E de dez ouvidas, apenas duas acreditam que Weslian poderá usar suas qualidades como gestora de família para governar a capital da República, que aprovou um orçamento de R$ 22,6 bilhões para o ano de 2010, que inclui, ainda, o Fundo Constitucional, que é repassado pelo Governo Federal.

 

Uma delas é a dona de casa Madalena Silva, 50 anos. Mas mesmo animada com a eleição de Weslian, ressaltou que para as coisas darem certo, o marido-ex-governador tem de fazer parte do GDF.
“Acredito sim que ela pode fazer um bom governo. É claro que ela ainda não tem a experiência necessária, mas o Roriz estará sempre por perto. Confio nela e no trabalho que será feito à frente do governo do DF”.

 

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (20) do Jornal de Brasília

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado