Amanda Costa
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Os contratos relacionados à Caixa de Pandora continuam na mira do Tribunal de Contas do DF (TCDF). Ao analisar um acordo celebrado entre a Secretaria de Educação e a empresa Sangari do Brasil, em 2007, a Corte reafirmou, em decisão publicada ontem no Diário Oficial, determinações feitas à secretaria ainda no ano passado, mas que ainda não foram cumpridas.
Os conselheiros pediram novamente explicações sobre o contrato no prazo de 60 dias e emitiu um alerta para a “possibilidade de sanção em caso de descumprimento” e quanto “a necessidade de envio de detalhada documentação comprobatória das alegações”.
A empresa Sangari foi contratada para implementar o Programa de Ensino Especializado de Ciências para alunos do Ensino Fundamental da rede pública do DF. O contrato 125/2007 foi orçado em quase R$ 289,8 milhões. Mas a inexigibilidade de licitação chamou atenção dos auditores do TCDF, que decidiram investigar o procedimento.
O contrato chegou a ser citado no inquérito que investiga o esquema de corrupção conhecido como Mensalão do DEM por conta de indícios de irregularidades. O tribunal chegou a pedir que a pasta apresentasse justificativas para a contratação, por inexigibilidade de licitação.
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