Advogado formado pelo UniCeub com especialização em Marketing na Fundação Getúlio Vargas, o deputado federal Rogério Rosso (PSD) tenta voltar a um cargo que ocupou por nove meses em 2010, o de governador do DF.
Na ocasião, foi eleito pelos deputados distritais, com 13 votos, para o governo provisório que completou a gestão de José Roberto Arruda, cassado, e de Paulo Octavio, que renunciou. Era o ponto mais alto da carreira, iniciada após deixar a vida de executivo, com passagens por empresas como Caterpillar, Mercedes-Benz e Fiat. No setor público, Rosso foi secretário de Desenvolvimento Econômico e administrador de Ceilândia, no último governo de Joaquim Roriz, e presidiu a Codeplan no governo Arruda.
Após o fim do mandato de governador-tampão, Rogério Rosso ficou fora da vida política por quatro anos e se candidatou, em 2014, a deputado federal, sendo eleito com mais de 93 mil votos – em 2006, também tentou uma vaga na Câmara, mas teve 51 mil votos e ficou apenas como suplente.
No seu mandato como deputado, ele encarou o desafio de presidir a comissão especial do impeachment de Dilma Rousseff. Também disputou a presidência da Câmara, em 2016, perdendo a eleição para Rodrigo Maia (DEM-RJ). Agora, tem seu programa de governo analisado pela parceria entre o Conselho Federal de Administração (CFA) e o Jornal de Brasília.
