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Política & Poder

Rosso com Roriz e Ivelise com Agnelo trazem dúvidas sobre os rumos da gestão

Arquivo Geral

22/10/2010 7h59

Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

 

Com a decisão da vice-governadora Ivelise Longhi (PMDB) em apoiar o petista Agnelo Queiroz, um punhado de perguntas paira sobre o futuro imediato do Governo do Distrito Federal. A primeira e mais importante: o que será de uma gestão gerida por um governador que apoia Weslian Roriz que tem uma vice fechada com o petista? Nenhuma obra será mais entregue? Mudanças em pontos estratégicos do GDF podem ocorrer? Contratos importantes para o andamento da cidade serão executados normalmente?

 

Boa coisa não pode vir daí. Em campos opostos, crescem os indícios de paralisia total do GDF. Afinal, Ivelise não é demissível e será uma voz discordante à do governador sempre que algo vá contra aquilo que planeja Agnelo, em caso de vitória nas urnas. A administração, assim, tem tudo para entrar na mais completa letargia, já que no centro do Poder Executivo as cabeças vão para campos opostos.

 

O racha no GDF provocado pela decisão de Ivelise em fechar com Agnelo foi comentado pelo candidato, durante caminhada ontem à tarde pelo Setor Comercial Sul.

 

“Recebi a notícia e aceitei de bom grado. Ela é vinculada ao PMDB e portanto tomou uma decisão coerente já que o partido está me apoiando”, afirmou. Mas, logo depois, o petista disparou contra Rosso. “Acho que ele deveria ter o mínimo de dignidade e deixar o partido”, afirmou.

 

Sobre o racha no GDF e o impacto que interesses políticos divergentes podem provocar, cientistas políticos ouvidos pelo Jornal de Brasília classificaram como natural a luta de políticos para salvar a própria pele em um momento de definição, faltando nove dias para as eleições.

 

 


Leia mais na edição desta sexta-feira (22) do Jornal de Brasília

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