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Política & Poder

Rollemberg assume governo e pede "pacto por Brasília"

Arquivo Geral

01/01/2015 11h45

No primeiro discurso como governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB) conclamou a população a fazer um pacto por Brasília para enfrentar o que ele chamou de “crise sem precedentes”. “A cidade está destroçada. Os serviços públicos estão deteriorados. Vivemos o maior desequilíbrio econômico e financeiro da história”, disse. Ele pediu ainda o apoio dos 24 parlamentares eleitos pelo DF e disse que tem certeza de que os distritais sabem de suas responsabilidades para reverter a situação da capital.

O presidente da Câmara Legislativa do DF, Wasny de Roure (PT) quebrou o protocolo e convidou a mãe do governador, Teresa Rollemberg, para compor a mesa.

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Rollemberg lembrou seus 20 anos de carreira, que começou como deputado distrital com um sábio conselho de sua mãe: “quem não vive para servir, não serve para viver”. Ele disse que não há milagres e pediu que a Câmara Legislativa trabalhe junto com seu governo no resgate da política como instrumento para fazer as pessoas mais felizes.

O novo governador agradeceu aos secretarios de sua administração com quem tem “a missão de melhorar a qualidade de vida dos moradores do Distrito Federal”. Lembrou Miguel Arraes, Eduardo Campos Jamil Haddad., líderes do PSB que o inspiraram. Citou também Regufee e Cristovão Buarque, senadores aliados do governador.

Rollemberg assinou o termo de posse na Câmara Legislativa do Distrito Federal e destacou que vai trabalhar para reduzir as desigualdades entre a região central de Brasília e o restante do DF e o Entorno. “Não serei governador voltado apenas às regiões mais ricas, nosso objetivo é reduzir as imensas desigualdades.”

O líder do Executivo destacou que a prioridade é atender os que mais precisam do Estado, afirmando que sempre foi pautado pelo socialismo e citou o fundador do PSB, João Magabeira:“a igualdade é uma abolição de privilégio dos fortes. Não é, nem pode ser nunca, um obstáculo à proteção que o Estado deve aos fracos. Consiste a igualdade, sobretudo, em considerar desiguaçmente a harmonia social, pelo equilibrio dos interesses e da sorte das classes. A concepção individualista do direito desaparece ante a sua socialização, como instrumento de justiça social, solidariedade humana e felicidade coletiva.”

 

 

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