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Política & Poder

Rejeição de Serra sobe e de Dilma cai, diz pesquisa CNI/Ibope

Arquivo Geral

23/06/2010 18h41

A rejeição ao candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, aumentou cinco pontos percentuais em três meses, enquanto que, no mesmo paríodo, a rejeição à candidata do PT, Dilma Rousseff, diminuiu quatro pontos, de acordo com a pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada hoje (23).

De março para junho, o percentual de pessoas que disseram não votar em Dilma, de jeito nenhum, caiu de 27% para 23%. Já o percentual dos que disseram não votar em Serra, de jeito nenhum subiu de 25% para 30%. A rejeição em relação à candidata Marina Silva também caiu de 31% para 29% nesse mesmo período.

O grau de conhecimento a respeito de Dilma permaneceu estável. Já em relação a Serra, o grau de conhecimento do candidato oscilou dentro da margem de erro da pesquisa que é de 2 pontos para mais ou para menos.

A pesquisa divulgada hoje foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TSE) com o número 16292/2010, a pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 21 deste mês. A consulta ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios.

Para o cenário de primeiro turno, considerando apenas três candidatos, a pesquisa mostrou, pela primeira vez, Dilma na dianteira na consulta estimulada. A petista aparece com 40 pontos e o candidato do PSDB, José Serra, com 35. A candidata do PV, Marina Silva tem 9 pontos.

Neste cenário, 10% dos entrevistados disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 10% disseram que ainda não escolheram o candidato a presidente. Na última pesquisa, divulgada em março, Dilma marcou 33 pontos, Serra 35 e Marina 8.

Já em um cenário com 11 candidatos para o primeiro turno, Dilma lidera com 38,2% das intenções de voto, Serra tem 32,3 pontos e Marina aparece com 7 pontos. Os demais candidatos da lista apresentaram um desempenho menor que 1% das intenções de voto.

Neste cenário, o número de pessoas que pretendem votar em branco ou anular o voto é de 6%. Entre os que não sabem em quem votar estão 10% dos entrevistados.

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