Natasha Dal Molin
O deputado distrital Antônio Reguffe (PDT) afirma que sua decisão de deixar a CPI da Codeplan nesta terça-feira não tem nenhuma relação com a entrada de Paulo Roriz (DEM) para a comissão. “Andando pela cidade percebi que o público que represento, os que me elegeram, não vêm consistência na investigação feita pela Câmara”, afirmou Reguffe.
A atitude do pedetista foi respeitada pelos pares, mas gerou um mal-estar entre os distritais de oposição, que acreditavam que ele seria um grande aliado nas investigações. “Estávamos entrando em uma segunda fase de investigações, na qual estava prevista a vinda de pessoas importantes, como o ex-governador José Roberto Arruda e o ex-vice, Paulo Octávio”, explicou o relator, Paulo Tadeu (PT).
Ainda na sessão de ontem, Rogério Ulysses (sem partido) se colocou à disposição da CPI, para que seja investigado, caso ainda haja dúvidas em relação a sua integridade. Ele ressaltou que nada foi encontrado em sua residências nas diligências feitas pela Polícia Federal, quando foi deflagrada a Operação Caixa de Pandora, em novembro do ano passado.
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