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Política & Poder

Questionado na TV, Aécio diz nunca ter usado cocaína

Arquivo Geral

03/06/2014 10h49

O Programa Roda Viva recebeu, na segunda-feira (3), o pré-candidato a Presidência da República e atual Senador Aécio Neves, instigando questões sobre sua candidatura, alianças politicas, ideologias e assuntos pessoais.

Um dos primeiros pontos tratados na entrevista foi a promessa de primeira medida do candidato, que seria cortar parte dos ministérios do Brasil, que hoje totalizam 39. Além da inciativa, ele afirma que pretende criar uma secretaria extraordinária, a fim de planejar uma nova reforma tributária. Entre os pontos defendidos, estão o retorno da cláusula de desempenho – que reduziria o número de partidos – e o fim da reeleição, proposta que tem gerado polêmica. 

O candidato do PSDB diz que não entende o termo ‘conservador’ atribuído a ele. “O conceito de conservador me traz muitas dúvidas, eu só quero continuar com o objetivo de iniciar um novo ciclo no Brasil”, disse. Neves foi criticado pela flexibilização das leis trabalhistas, quando afirmou que houve uma “exploração do que não foi dito”, acrescentando que jamais retiraria algum direito dos trabalhadores.

Outra polêmica da entrevista foi as acusações do uso de cocaína. O senador apontou a causa do “rumor” ao “submundo da internet” e que ele nunca teve contato com a droga. Seguindo com o discurso de descriminalização, Neves afirma ser contrário e ressalta que o problema é a falta de políticas públicas voltadas a segurança pública.

Em conversa sobre a oposição, Aécio ironizou Eduardo Campos (PSB), um dos pré-candidatos à Presidência, lembrando que nunca participou do governo do Partido dos Trabalhadores. “O governo é tão ruim que até o PT quer mudar”, disse o pré-candidato fazendo referência ao movimento ‘Volta, Lula”. Ainda sobre o atual governo, ele afirma que “o grande desafio da oposição é apresentar uma mudança”.

O presidenciável promete acompanhar os beneficiários incluídos no Bolsa Família e estimular sua chegada no mercado de trabalho. Ele completa dizendo que o “Bolsa Família é ponto de chegada para o PT. Já para o PSDB, é só de partida”.

Fez parte do programa, compondo as perguntas citadas, a Jornalista Cida Damasco (Estadão), Fernando Barros e Silva (revista Piauí), Fernando Mitre (Band), Fernando Rodrigues (Folha de S. Paulo) e Ricardo Setti (VEJA).  

Assista a entrevista completa ao Roda Viva:

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