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Queiroga minimiza divergências com a Anvisa

O ministério e a agência também tem tido opiniões diferentes sobre a necessidade da segunda dose para a Janssen

Por Geovanna Bispo 25/11/2021 5h04
Foto: Reprodução/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, minimizou as recentes divergências que a pasta tem tido com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a necessidade da dose de reforço para todos os imunizantes contra a covid-19.

“A orientação que o Ministério da Saúde fez foi para que essas vacinas fossem feitas preferencialmente com um imunizante diferente da imunização primária, com exceção das vacinas com RNA, que teriam o mesmo imunizante”, começou o ministro.

Além dos problemas com a terceira dose, o ministério e a agência também tem tido opiniões diferentes sobre a necessidade da segunda dose para a Janssen. Inicialmente, o imunizante previa a aplicação de apenas uma dose, porém, na última semana, Queiroga, anunciou que todos que tomaram o imunizante deverão tomar a segunda e a terceira dose

“Ainda não há um posicionamento sólido sobre a vacinação heteróloga [com imunizantes diferentes], porque tudo em relação à vacina é recente. A Anvisa é uma organização muito respeitada e tem sido uma fortaleza contra a pandemia”, continuou Queiroga.

Outro ponto que as instituições tem discordado é sobre a intercambialidade de vacinas, ou seja, mudança de vacinas entre segundas e terceiras doses.

“É uma pequena divergência de natureza técnica que na minha opinião, em nada prejudica os rumos da campanha de vacinação. Sempre que houver necessidade de fazer determinadas adequações, nós todos aqui saberemos tomar as melhores decisões para o bom andamento da campanha de imunização contra a Covid-19″, disse o ministro em Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite do Ministério da Saúde, nesta quinta-feira (25).

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