Política & Poder

Processos burocráticos podem impedir aplicação da Coronavac neste domingo

Segundo fonte do governo, a exigência de que o uso só seja liberado após publicação no Diário Oficial, é o determina a Advocacia Geral da União (AGU). Mas, ressalta a fonte, tão logo seja assinado, a Anvisa solicitará a publicação

(FILES) In this file photo taken on December 8, 2020 a member of staff draws the Pfizer-BioNTech COVID-19 vaccine out of a phial at the Southmead Hospital, Briston. – The US Food and Drug Adminstration on December 11, 2020 granted the Pfizer-BioNTech Covid-19 vaccine an emergency use authorization, paving the way for its imminent rollout across the country. (Photo by Graeme Robertson / various sources / AFP)
A diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze Freitas, incluiu em seu relatório favorável ao uso emergencial da Coronavac que a decisão deve passar a valer após a publicação do termo de compromisso e “subsequente publicação de seu extrato” em Diário Oficial da União. Estas condições podem dificultar que o governo paulista abra a campanha de vacinação ainda neste domingo, 17.

Segundo fonte do governo, a exigência de que o uso só seja liberado após publicação no Diário Oficial, é o determina a Advocacia Geral da União (AGU). Mas, ressalta a fonte, tão logo seja assinado, a Anvisa solicitará a publicação.

Conforme o Estadão apurou e noticiou mais cedo, havia a possibilidade de que as primeiras doses da Coronavac fossem aplicadas neste domingo, durante pronunciamento do governador João Doria (PSDB), marcado para ocorrer, no Hospital das Clínicas, logo ao término da votação da Anvisa sobre o uso emergencial do imunizante.

Com relação à vacina de Oxford, o voto da diretora vale apenas para o uso das 2 milhões de doses que o governo ainda tenta importar da Índia. A decisão valeria após a publicação de extrato ou “ciência oficial” via ofício.

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