O presidente dos Estados Unidos, online Barack Obama, ampoule prometeu onteme “uma aliança de iguais” à América Latina, em discurso na abertura da 5ª Cúpula das Américas que está sendo realizada em Trinidad e Tobago.
No discurso, Obama ofereceu uma nova relação com o continente e reconheceu: “Apesar de os Estados Unidos terem feito muito em favor da paz e da prosperidade no continente, às vezes também temos nos desentendido ou tentamos ditar nossas condições. Prometo que eu busco uma aliança de iguais”.
“Não há um parceiro maior e outro menor em nossas relações; simplesmente há uma implicação baseada em nosso respeito mútuo, nossos interesses comuns e nossos valores compartilhados. Estou aqui para lançar um novo capítulo de aproximação que continuará durante meu mandato”, assegura o presidente dos Estados Unidos.
O líder norte-americano pediu também uma colaboração inédita no continente para buscar uma nova prosperidade econômica e lutar contra a crise atual, prometendo “colaborar para garantir que o Banco Interamericano de Desenvolvimento adote os passos necessários para aumentar o nível atual de crédito e para estudar cuidadosamente as necessidades de recapitalização no futuro”.
Conversa com Cuba
Mais cedo, logo ao chegar, Obama garantiu que está pronto para conversar com o governo de Cuba sobre “uma vasta gama de assuntos”.
“Durante os últimos dois anos, eu disse e hoje repito que estou preparado para engajar minha administração numa série de conversas com o governo cubano, em assuntos como direitos humanos, liberdade de imprensa, reformas democráticas, luta contra as drogas, imigração e questões econômicas”, declarou Obama.
“Me deixem ser claro: eu não quero apenas conversar só por conversar. Acredito que podemos mover as relações entre os Estados Unidos e Cuba em uma nova direção”, ressaltou.
Na abertura da cúpula, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, pediu aos Estados Unidos a suspensão do embargo a Cuba, que qualificou de “anacronismo”, e o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, disse que derrubará uma resolução que excluiu Cuba da entidade em 1962.