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Política & Poder

Presidenciáveis trocam acusações antes de debates

Arquivo Geral

04/08/2010 9h04

 

Apesar de dizer, na tarde de ontem, que debates na TV não são “torneios de provocação”, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou, logo em seguida, que seu principal adversário precisará de vários Lexotans – referindo-se à marca de um tranquilizante.

 

 

Questionada se iria tomar o medicamento para participar do debate de quinta-feira na TV Bandeirantes, Dilma atacou os tucanos, embora não tenha citado nomes. “Não preciso de Lexotan. Acho que carregar um governo com o do presidente Lula é uma tarefa leve. Outros governos é que são pesados. Aí a pessoa precisa de vários Lexotans”.

 

 

À tarde, Dilma se reuniu com a coordenação de sua campanha para, em tese, tratar de programa de governo – evento que foi aberto de forma inusual para registro de imagens e finalizado com uma entrevista. Embora a campanha petista negue, as mudanças se deram à cobertura que o Jornal Nacional, da TV Globo, vem fazendo desde segunda-feira sobre o dia dos principais presidenciáveis.

 

 

Ontem, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que os adversários de Dilma, “poderão ter alguma surpresa, algum revés”, ou mesmo “não serem bem recebidos pelo espectador”, caso decidam “bater” nela durante o primeiro debate entre os presidenciáveis, a ser realizado amanhã, na Bandeirantes.

 

 

“Se eu fosse um adversário da Dilma, eu tentaria mostrar alternativas ao que ela vai fazer”, aconselhou. Para o ministro, o fato de Dilma nunca ter sido candidata a cargos eletivos e, portanto, estrear em debates, pode ajudar e atrapalhar a candidata. “Se, por um lado pode gerar dúvida sobre a experiência, por outro, existe grande parcela da população que quer ver a política com novos olhos, novas formas, e a Dilma pode expressar essa visão diferente”.

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (04) do Jornal de Brasília.

 

 

 

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