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Política & Poder

Polícia procura provas que ligam procurador do DF a esquema de corrupção

Arquivo Geral

15/06/2010 8h53

Carlos Carone e
Francisco Dutra
carone@jornaldebrasilia.com.br francisco.dutra@jornaldebrasilia.com.br

A segunda fase da Operação Caixa de Pandora, que teria como alvo pessoas do ramo empresarial, começou a sair do papel ontem por meio de nova ação da Polícia Federal. As investigações querem confirmar a suposta ligação entre o procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bandarra, e a promotora de Justiça, Deborah Guerner, num esquema de corrupção denunciado pelo ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa.

 

Desta vez, as buscas se concentraram em empresas que terceirizavam serviços de limpeza urbana por meio de contratos firmados entre o governo do Distrito Federal e a empresa Qualix. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em diferentes pontos da cidade, incluindo as empresas Caenge e WRJ, além da casa de um dos sócios da companhia, no Lago Sul. A empresa em questão teria como sócio oculto Jorge Guerner, marido da promotora.

 

Leia mais na edição desta terça-feira (15) do Jornal de Brasília.

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