Menu
Política & Poder

Polícia investiga se outra pessoa teria sido assediada a depor contra Agnelo

Arquivo Geral

16/10/2010 9h45

Carlos Carone
@jornaldebrasilia.com.br

 

Uma rede de corrupção investigada pela Polícia Civil do Distrito Federal encontra, a cada dia, novas pessoas que teriam sido assediadas para prestar declarações que comprometessem o candidado do PT ao Governo do DF, Agnelo Queiroz. Depois da revelação feita à polícia por um contador, de que receberia R$ 200 mil e um cargo no GDF para afirmar que teria visto o petista manuseando dinheiro, um novo caso de assédio está sendo investigado. Como o contador Miguel Santos Souza, a outra vítima da tentativa de suborno, supostamente cometida por advogados vinculados a Joaquim Roriz, também prestou depoimento na Divisão Especial de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (Decap).

 

Da mesma forma, a testemunha foi investigada pela polícia na Operação Shaolin, que apurou denúncias de desvios de recursos no Ministério do Esporte. Com o nome mantido em sigilo, o homem tinha ligação com uma das Organizações Não-Governamentais (ONGs) acusadas de participar do esquema criminoso no ministério. De acordo com o depoimento da testemunha, ele foi abordado quando saía de casa com a família durante um fim de semana.

 

“Estava indo à igreja quando um Toyota Corolla preto parou em frente à minha casa. Quando a janela do passageiro foi aberta, um homem foi bem direto e disse que queria que eu prestasse depoimento dizendo que Agnelo teria recebido dinheiro desviado do Projeto Segundo Tempo. O homem ainda mostrou um maço de dinheiro”, relatou o assediado em termo de declaração que consta no inquérito policial aberto na Decap.

 

 

 

Leia mais na edição deste sábado (16) do Jornal de Brasília

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado