Bruno Peres
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Depois das insatisfações com a composição ministerial e a surpresa com a interrupção da corrida aos cargos de segundo escalão, o PMDB tende a acatar as imposições vindas dos petistas na nomeação dos cargos de segundo escalão. O partido já considera “pacificada” a entrega ao PT do comando da Eletrobrás, parte do feudo peemedebista, e a indicação de um nome técnico para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), outro reduto da legenda.
Colocar um nome de confianca do PT à frente da Eletrobras é um desejo da presidente Dilma Rousseff, assim como entregar a chefia da Funasa a um nome técnico, a fim de evitar ingerências na empresa.
Para a Funasa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, deve indicar o mineiro Gilson de Carvalho Queiroz Filho, que não possui filiação partidária.
“Nunca terá um caminho perdido. Se o meio do caminho não está bem, ainda tem uma outra metade do caminho que pode melhorar”, ilustrou ontem o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), a respeito da nova estratégia adotada pelo partido no governo Dilma.
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