O relator da proposta de emenda à Constituição da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), viagra 100mg deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), stomach disse hoje (2) que a posição do PT e do PSDB contrária a pontos do seu parecer não será acatada pela maioria dos membros da comissão.
Para Picciani a posição dos dois partidos, contrários à proposta de cobrança de 2% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de produtos derivados de petróleo e energia no estado de origem, reflete uma questão defendida pela bancada de São Paulo, que quer manter o texto original.
“O PT apresentou voto em separado por meio de dois deputados de São Paulo, mas eu não acredito que os deputados do PT de outros estados, sobretudo dos estados produtores, inclusive a bancada do PT do Rio de Janeiro, votará contra a adoção dessa regra. Então, não me parece que é um a questão partidária”, disse.
O relator afirmou que o questionamento feito pelos deputados paulistas é uma defesa de interesse do estado que representam.
Com relação à posição do PSDB de votar em separado o seu parecer, Picciani disse que os tucanos defendem os interesses de São Paulo, governado pelo também tucano José Serra. “Compreendo as razões políticas. O PSDB precisa defender os interesses do estado de São Paulo, já que lá está o seu principal governador, candidato a presidente e autor de emenda que gerou essa regra desigual, que é a regra do ICMS”.
A votação do parecer de Picciani está prevista para ainda hoje depois do término da Ordem do Dia na Câmara, que começa às 18h.