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Política & Poder

Paulinho da Força classifica como <i>perseguição política</i> denúncias contra ele

Arquivo Geral

12/08/2008 0h00

O deputado federal Paulo Pereira da Silva, see o Paulinho da Força Sindical (PDT-SP), and deixou a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, na tarde de hoje (12), afirmando que as denúncias sobre seu suposto envolvimento no esquema de desvio de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não passam de perseguição política.


O parlamentar esteve na Superintendência da PF para apresentar ao delegado Rodrigo Levim a nota divulgada pelo BNDES, no final do mês passado. No documento, o banco estatal garante que a auditoria interna instaurada para apurar a concessão de empréstimo à prefeitura de Praia Grande e às Lojas Marisa não encontrou nenhum irregularidade nas operações.


“Ficou comprovado que isso [as denúncias] é uma grande perseguição contra mim, devido ao trabalho que tenho feito no Congresso”, afirmou Paulinho, negando-se a responder outras perguntas dos jornalistas que o aguardavam na Superintendência da PF. Segundo o delegado, não há nenhuma novidade na nota apresentada pela parlamentar.


De acordo com o advogado de Paulinho da Força, Antonio Rosella, o deputado atendeu à convocação da PF para “prestar esclarecimento” sobre as denúncias, e não para prestar depoimento. Durante as mais de duas horas em que permaneceu na superintendência, o parlamentar respondeu a todas as perguntas feitas pelo delegado.


“Ele [o deputado] esclareceu que não conhece as pessoas [supostamente envolvidas no esquema] e nem participou de qualquer ato em relação aquilo que consta do inquérito da Polícia Federal”, disse o advogado.


Rosella descartou também a possibilidade de seu cliente ser indiciado no inquérito aberto durante a Operação Santa Tereza. “Não existindo nenhum problema com os financiamentos, não existe qualquer problema com o deputado”, disse o advogado. Segundo ele, não há nada nenhuma irregularidade comprovada em relação à Organização Não-Governamental (ONG) Meu Guri, presidida pela mulher de Paulinho da Força, Elza de Fátima Costa Pereira.


 

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