Marina Marquez
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Os projetos do GDF para a área da Saúde, enviados terça-feira à Câmara Legislativa, podem não ser votados a rapidez que o governador Agnelo Queiroz deseja. Com a reestruturação da Casa e vários cargos em jogo, a discussão sobre o Pacotão da Saúde pode se alongar por dias.
Como foi protocolado com regime de urgência, caso queiram os deputados podem votá-los já na próxima terça-feira, logo depois de serem eleitos os presidentes das comissões da Casa. É o que garante o Artigo 73 da Lei Orgânica.
Segundo o dispositivo legal, as comissões podem dar o parecer sobre o projeto no próprio plenário e votá-lo, em sessão extraordinária. É o que o GDF gostaria e é o que espera o secretário de Assuntos Parlamentares, Walmir Lacerda.
“Melhorar a condição da Saúde é um gesto de cuidado com a cidade. Não pode haver dificuldade da Câmara para votar esses projetos. É um trabalho que precisa ser feito logo”, cobrou.
O deputado governista Chico Leite (PT), no entanto, garante que cautela é necessária por uma questão de coerência política. “Nós do PT não podemos fazer o que sempre criticamos. Não vamos atropelar as comissões. A ideia é ter sempre um cronograma de atuações”, explicou.
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