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Política & Poder

Orçamentos das secretarias podem ficar pequenos para tantos problemas encontrados

Arquivo Geral

07/01/2011 7h28

Natasha Dal Molin
natasha.dalmolin@jornaldebrasilia.com.br

 

Na primeira semana de governo, os secretários e secretárias se deparam com a tarefa de resolver os problemas encontrados e adequar o Orçamento de 2011, aprovado no último ano de 2010, com a realidade. Conforme adiantou o Jornal de Brasília, os maiores orçamentos ficaram com Educação, Saúde e Obras. Os gestores dessas áreas, declaradamente prioritárias no governo Agnelo, também encontraram dura realidade em cada uma delas: dívidas maiores do que as previstas e necessidade de corte de pessoal.

 

Na Saúde, por exemplo, que tem orçamento de R$ 2,6 bilhões e que conta com a mobilização de praticamente todas as áreas, o momento é de verificação da realidade. “Parte do trabalho agora é verificar, realocar e replanejar. Esse valor ainda não está fechado. Podem surgir novos recursos, mas também estamos descobrindo novas dívidas”, explica a Assessoria de Comunicação do secretário de Saúde, Rafael Aguiar. No ano de 2010, segundo dados do Relatório Resumido de Execução Orçamentária, existe um déficit na aplicação na área de saúde de R$ 135,1 milhões.

 

Na Secretaria de Educação, com orçamento previsto em R$ 3,3 bilhões, a destinação exata de quanto será gasto em quê ainda está sendo formulada. “Essa é uma fase muito embrionária. Estamos nos primeiros três dias de governo”, afirmou a assessoria de comunicação da secretária, Arlete Sampaio.

 

 

Leia mais na edição desta sexta-feira (07) do Jornal de Brasília

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