Política & Poder

Oposição em SP culpa Alckmin, isenta Lembo e pede CPI por crimes

Por Arquivo Geral 17/05/2006 12h00

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A ambientalista argentina que surpreendeu os chefes de Estado e de Governo da América Latina, information pills Caribe e Europa ao surgir seminua na cúpula de Viena liderou hoje um protesto em Buenos Aires contra as fábricas de celulose que estão sendo construídas no Uruguai.

Evangelina Carrozo, desta vez sem mostrar o corpo, dançava em uma das maiores avenidas da cidade rodeada de dezenas de ambientalistas. Eles tentam evitar que avance a instalação das fábricas na margem uruguaia de um rio fronteiriço, porque temem contaminação.

Os manifestantes levavam uma enorme bandeira argentina com a mensagem "não às fábricas de celulose", enquanto tocavam tambores.

O governo argentino apóia o protesto e levou o Uruguai ao Tribunal Internacional de Haia por entender que o país permitiu que as obras fossem iniciadas violando acordos bilaterais e sem entregar todas as informações sobre o impacto ambiental da construção.

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Mas o Uruguai defende as duas empresas européias, que estão realizando o maior investimento na história do país, argumentando que utilizarão tecnologia moderna.

Os manifestantes se postaram diante da Embaixada da Finlândia para passar uma mensagem à empresa Botnia, que é responsável pela construção de uma das fábricas e que foi a que se negou a suspender as obras por 90 dias, como pediu o governo argentino, para realizar um novo estudo ambiental.

Quem constrói a outra fábrica é a espanhola Ence, que se mostrou mais aberta aos pedidos da Argentina.

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As fábricas, que exigirão um investimento de US$ 1,7 bilhão, estão sendo erguidas na cidade uruguaia de Fray Bentos, separada pelo rio Uruguai da argentina Gualeguaichu, terra natal da ambientalista Carrozo.

As relações diplomáticas entre os dois países, historicamente boas, estão em alto nível de tensão sem que se veja uma saída.

A oposição ao governo do estado de São Paulo aponta o ex-governador e candidato à Presidência pelo PSDB, pharmacy Geraldo Alckmin, purchase como o maior responsável pela crise de segurança pública que já causou a morte de mais de cem pessoas desde sexta-feira, e deve insistir na instauração de uma CPI pedida há um ano.

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Para integrantes do bloco minoritário na Assembléia Legislativa de São Paulo, que é composto por PT, PSB, PCdoB e deputados independentes, o atual ocupante do Palácio dos Bandeirantes, Cláudio Lembo (PFL), tem menor responsabilidade por estar no cargo há pouco mais de um mês.

Eles preferem atribuir a situação a dois secretários de confiança de Alckmin: Saulo de Castro Abreu Filho, da Segurança Pública, e Nagashi Furukawa, da Administração Penitenciária. Lembo afirmou nesta quarta-feira que os dois estão garantidos nos cargos apesar das críticas.

"Essa crise é resultado da postura do ex-governador Alckmin. O Lembo pegou um abacaxi para descascar e tanto o Saulo como o Nagashi vêm da administração do PSDB, que vinha em uma linha de estabelecer acordos", disse à Reuters o deputado estadual Candido Vacarezza, do PT, maior partido da oposição ao governo paulista.

"Eu não atribuo isso ao Lembo, que está no cargo faz um mês e está sendo maltratado pelos tucanos e pela imprensa. Por isso, precisamos de pressão para instaurar a CPI da Segurança, o que só vai acontecer se tiver pressão popular. Só assim."

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O líder do PT na Assembléia, Renato Simões, lembrou que o início dos trabalhos de uma CPI sobre a segurança em São Paulo depende do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou no ano passado a abertura da CPI dos Bingos mesmo sem o apoio inicial da maioria. O petista espera uma vitória no STF dentro de semanas.

"Neste momento, estamos prestando solidariedade, mas é preciso que a sociedade veja que há resultado com uma saída institucional", afirmou Simões.

"Mas quando isso acabar, fica insustentável a permanência de Saulo na pasta. Aí tem de ter CPI para apurar o período dele à frente da secretaria. E isso mostra que a principal responsabilidade política é do ex-governador Alckmin."

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Desde 2003, há mais de 70 pedidos de abertura de CPIs para investigar o governo Alckmin, mas nenhuma comissão foi instaurada até agora. Uma delas pede a investigação do "mascaramento" dos dados sobre segurança no Estado.

A série de ataques e rebeliões liderada pelo grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) é uma reação à transferência de líderes da facção para a penitenciária de Presidente Venceslau, segundo o governo.

Desde sexta-feira, segundo o balanço oficial mais recente, há 115 mortos e 251 ataques. Além disso, 80 ônibus foram queimados e 15 agências bancárias sofreram danos.






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