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Política & Poder

Obras no Senado estão suspensas, diz Sarney em entrevista coletiva

Arquivo Geral

13/02/2009 0h00

Em sua primeira entrevista coletiva à imprensa, healing nesta quinta-feira (12), viagra 100mg o presidente do Senado, José Sarney, informou ter determinado a suspensão de qualquer compra ou obra em curso na Casa, até que se faça uma avaliação das prioridades e da maneira como a instituição deve proceder nessas aquisições.



Sarney também reiterou durante a entrevista, realizada no gabinete da Presidência, que continuam sendo analisadas medidas que poderão proporcionar uma economia anual de 10% dos gastos com a máquina administrativa da Casa, conforme anúncio feito por ele na semana passada, quando assumiu pela terceira vez a Presidência do Senado.



– Esses cortes já estão todos eles levantados, de modo que rigorosamente vamos fazer chegar ao fim do ano a nossa meta, um compromisso do qual não me afastarei – afirmou.



Medidas provisórias


O presidente do Senado defendeu ainda, durante a entrevista, a redução do rol de matérias que podem ser tratadas por medidas provisórias  FPRIVATE “TYPE=PICT;ALT=Entenda o assunto” . Por outro lado, o senador considera que o instituto, previsto pela Constituição de 1988, deve ser mantido em razão das transformações mundiais de ordem econômica nos últimos tempos, o que poderá exigir do Executivo a adoção futura de iniciativas urgentes nesse setor.
Na forma atual, explicou Sarney em sua primeira entrevista coletiva à imprensa depois de assumir a Presidência da Casa, a edição de medidas provisórias impede o aprofundamento da democracia e o funcionamento normal do Congresso, que tem tido a sua atividade legislativa totalmente prejudicada ou algumas vezes quase paralisada com o uso excessivo desse instrumento.
– Então nós reduziríamos [as medidas provisórias] às matérias econômico-financeira, de calamidade pública e de ordem interna. E não teríamos esse leque grande que faz com que, a respeito de tudo, hoje se pode emitir MP – disse.
Sarney adiantou que pretende apresentar a proposta de limitação do emprego de MPs ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, além de sugerir a criação de uma comissão das duas Casas para analisar todas as propostas que tramitam no Congresso Nacional sobre o tema.

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