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Política & Poder

Lula passa por cirurgia e remove lesão de câncer de pele na cabeça

Procedimento removeu carcinoma basocelular no couro cabeludo; quadro é considerado leve, sem metástase, e presidente não terá restrições após a alta

Redação Jornal de Brasília

24/04/2026 13h22

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

CLÁUDIA COLLUCCI
FOLHAPRESS

O presidente Lula (PT) passou por um procedimento cirúrgico e removeu uma lesão no seu couro cabeludo nesta sexta-feira (24). Tratava-se de um câncer basocelular, tipo menos grave e mais comum de câncer de pele.

De acordo com o médico Ricardo Kalil, que acompanha Lula, o câncer era localizado, sem metástase e o procedimento ocorreu sem intercorrência. “Ele deve permanecer mais algumas horas no hospital e ir para casa hoje”, disse. A equipe aguarda o resultado da biópsia da lesão.

O presidente também realizou uma intervenção para infiltração na região do punho, por causa de dores no polegar direito. Os procedimentos ocorreram no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde Lula costuma ser atendido.

A cauterização é uma remoção do excesso de pele e foi feita na mesma região da cabeça operada por Lula em fevereiro deste ano. O processo, simples, costuma ser necessário devido, principalmente, à exposição ao sol.

Lula não terá que ficar em repouso nem cumprir restrições por conta dos procedimentos.
Em fevereiro, quando realizou o mesmo processo de remoção de pele no couro cabeludo, Lula apareceu com uma casca de cicatrização na região.

Segundo a Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), o presidente deve ficar na capital paulista até sábado (25). Ele cumpriria agendas no interior do estado na sexta, mas os compromissos foram realocados para a próxima segunda (27). Lula deve ir às cidades de Presidente Prudente e Andradina para entregas e inaugurações.

O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, representando 75-80% dos casos no Brasil, geralmente com altíssima taxa de cura quando tratado precocemente.

Segundo o Incaa (Instituto Nacional do Câncer), surge em áreas expostas ao sol (cabeça/pescoço) como pápulas peroladas ou feridas que não cicatrizam.

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