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Política & Poder

Lula minimiza atritos com Congresso e diz que projetos do governo não foram aprovados por questão de articulação

Em discurso nesta segunda-feira (15), o petista baixou o tom em comparação a falas públicas anteriores desde os recentes atritos

Redação Jornal de Brasília

15/12/2025 16h32

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Foto: ARIF KARTONO / AFP

MARIANA BRASIL
FOLHAPRESS

O presidente Lula (PT) minimizou os recentes atritos com Congresso e atribuiu à articulação política de seu governo a falta de aprovação de alguns projetos da gestão no Legislativo. Em discurso nesta segunda-feira (15), o petista baixou o tom em comparação a falas públicas anteriores desde os recentes atritos.

“Eu queria dizer para vocês que eu sou muito grato a tudo que o Congresso tem feito por nós nesses três anos de governo, tanto o Senado como a Câmara”, declarou. “Aquilo que não foi aprovado, possivelmente porque [foi porque] a gente não teve capacidade de convencê-los a aprovar.”

Junto a isso, Lula também apontou a questão ideológica como barreira para as aprovações e voltou a dizer que a derrubada dos vetos feitos por ele ao projeto de lei do licenciamento ambiental prejudica os agricultores, em evento com empresários e representantes do setor. Sem os vetos, a legislação de regras ambientais ficou flexibilizada.

As declarações foram feitas durante a participação do presidente e ministros na inauguração da nova sede da Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), em Brasília.
“Eu também quero agradecer ao Congresso pelo esforço, sobretudo pela questão da reforma tributária aprovada”, disse ainda.

Em suas falas, Lula também citou interesse em levar empresárias para a Coreia do Sul devido ao mercado estético do país asiático.

O evento marcou a abertura de 500 novos mercados internacionais no período entre 2023 e 2025, sob a liderança do Ministério da Agricultura e Pecuária e com a presença do ministro Carlos Fávaro. Junto a ele, também participaram o vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e o ministro da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.

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