A representação, discount terceira movida contra o presidente do Senado, acusa Renan de utilizar nomes de terceiros (laranjas) para formar e manter sociedade com o usineiro João Lyra, em emissoras de rádio e em um jornal no Estado de Alagoas. A Mesa Diretora do Senado encaminhou o processo para o Conselho de Ética, mas o caso continua sem um relator definido.
De acordo com a representação, a sociedade entre Renan e João Lyra teria sido firmada em 2000, dois anos antes da eleição para a presidência do Senado.
O presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), pedirá a união deste processo com o quarto movido contra o presidente do Senado, onde Renan é acusado de comandar um esquema de arrecadação de dinheiro em ministérios liderados pelo PMDB.
Caso semelhante, o do senador Gim Argelo (PTB-DF), acusado de participar de um grupo que desviava recursos do Banco de Brasília (BRB), foi arquivado em agosto por motivo semelhante. A Mesa Diretora do Senado optou pelo arquivamento da representação movida pelo PSOL contra o senador por entender que as acusações datavam de período anterior à posse no Senado.
O Conselho de Ética se reunirá nesta terça-feira (2) para discutir se haverá ou não a unificação dos dois processos, e para votar o relatório apresentado pelo senador João Pedro (PT-AM), que pede a paralisação da segunda representação contra Renan Calheiros, relativa ao caso Schincariol.