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Política & Poder

Senador Izalci aciona CIDH e pede prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro

Parlamentar afirma que medida cautelar foi fundamentada com vídeos, laudos e pareceres e questiona condições impostas ao ex-presidente sob custódia da Polícia Federal

Késia Alves

14/01/2026 13h40

Foto: DIVULGAÇÃO/ASSESSORIA IZALCI LUCAS

O senador Izalci Lucas (PL-DF) protocolou junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) um pedido de medida cautelar solicitando a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o parlamentar, a solicitação é acompanhada de vídeos, pareceres técnicos e laudos que, na avaliação dele, demonstram as condições às quais Bolsonaro está submetido enquanto permanece sob custódia na Polícia Federal (PF).

“Acabamos de protocolar na CIDH uma medida cautelar bastante fundamentada, com vídeos, pareceres e laudos, mostrando as condições que estão sendo impostas ao presidente Bolsonaro. Ele precisa, urgentemente, sair dessa prisão na Polícia Federal e ir para a prisão domiciliar humanitária”, afirmou Izalci.

CONFIRA O VÍDEO

O senador classificou o tratamento dado ao ex-presidente como uma forma de perseguição. “Não é possível que continuem tratando o presidente dessa forma, por vingança. Será que essas pessoas querem matar o presidente Bolsonaro?”, questionou.

De acordo com Izalci, o pedido apresentado à Comissão Interamericana busca que o órgão interpele o Estado brasileiro para esclarecer e rever as condições da custódia. “O pedido que estamos fazendo é para que a Comissão interpele, junto ao Estado brasileiro, as condições do presidente Bolsonaro”, disse.

O parlamentar também afirmou que apoiadores estão mobilizados em diferentes frentes, incluindo manifestações e ações institucionais. “Estamos mobilizados com carreata, caminhada, ações junto à Defensoria Pública e agora na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, mobilizando a população porque não podemos aceitar o que está acontecendo com Bolsonaro”, declarou.

Para Izalci, a prisão domiciliar seria a única alternativa aceitável diante do quadro apresentado. “Ele tem que ir para casa, para ser cuidado pela família 24 horas por dia. Nós não podemos admitir que matem o presidente na Polícia Federal. São ações que estamos fazendo e tenho certeza de que produzirão efeito e levarão o presidente à prisão domiciliar”, concluiu.

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