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Política & Poder

Flávio critica pesquisa Quaest que aponta liderança de Lula

Senador questionou levantamento nas redes sociais e afirmou que instituto teria “vergonha” de divulgar os resultados caso selo de precisão do TSE já existisse

Redação Jornal de Brasília

15/07/2026 16h12

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Foto: Daniel Ramalho/AFP

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, criticou nesta quarta-feira (15) a pesquisa Genial/Quaest que aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para as eleições de 2026 em todos os cenários de primeiro e segundo turnos.

Em publicação nas redes sociais, Flávio utilizou a proposta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de criação de um selo para reconhecer institutos de pesquisa com maior precisão nos resultados eleitorais para questionar o levantamento. Segundo o senador, caso a iniciativa já estivesse em vigor, a Quaest “teria vergonha” de divulgar os números apresentados.

“Parabéns ao Presidente do TSE, Ministro Nunes Marques, pelo ‘selo de acerto’ para institutos de pesquisa que mais acertarem o resultado das eleições. Talvez, se ele já existisse, teriam vergonha de publicar essa pesquisa da Quaest de hoje”, escreveu Flávio. Na sequência, o senador ironizou os dados do levantamento ao citar problemas como preços dos alimentos, violência e endividamento da população.

Segundo a pesquisa, Lula aparece com 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 28% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de 12 pontos percentuais. No cenário de segundo turno, o presidente tem 45% da preferência do eleitorado, enquanto o senador registra 37%.

O levantamento também indica uma mudança em relação às pesquisas anteriores. Em junho, Lula aparecia com 44% e Flávio Bolsonaro com 38% em um eventual segundo turno. Em maio, os dois estavam em empate técnico, com 42% para o presidente e 41% para o senador.

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 10 e 13 de julho, com 2.004 entrevistados com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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