O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) acabou com uma nova derrota ao tentar encerrar o caso Queiroz. Desta vez, o vice-presidente da corte do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro Jorge Mussi, foi quem negou, na terça-feira, 17, um pedido da defesa do senador para interromper o processo das rachadinhas, que consiste no recolhimento de parte dos salários de seu assessores .
Segundo a colunista do jornal O Globo, Bela Megale, o processo voltou a andar neste mês. O trâmite ocorreu no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que recebeu o pedido do Ministério Público do Rio e autorizou o prosseguimento do processo, que já estava parado há pelo menos seis meses.
O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é acusado de comandar o esquema quando ainda era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Após ser notificado da retomada da ação, o advogado do senador, Frederick Wassef apresentou a petição ao STJ solicitando a suspensão do processo, que foi negada.