Nas primeiras horas de votação, e inclusive antes da abertura dos centros eleitorais, às 6h (8h30 de Brasília), milhares de eleitores faziam fila diante de suas mesas de votação, afirmam os meios de comunicação.
Cerca de 17 milhões de venezuelanos foram convocados para escolher 603 cargos que atualmente estão ocupados, majoritariamente, por autoridades afins ao Governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez.
A abstenção nas mesmas eleições há quatro anos atrás foi de 54,6% e seus candidatos ganharam com o voto de 24,5% do total de pessoas convocadas, o que subiu para 57,3% na contabilidade de votos emitidos.
Sandra Oblitas, uma das cinco principais autoridades do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), atribuiu a previsão de uma maior ida às urnas a que “as pessoas assumiram de maneira mais responsável a dimensão da importância da participação política”, apesar do voto na Venezuela não ser obrigatório.
“Nestas eleições, teremos uma quantidade grande de eleitores, pois o povo venezuelano está consciente do momento político que vive o país”, acrescentou Oblitas, mas sem detalhar em quanto estimava que seria a participação eleitoral.
O processo se desenvolve sem incidentes e com atrasos minoritários na abertura dos centros de votação, acrescentam as informações da imprensa.