Menu
Política & Poder

Dilma Rousseff toma posse para mais quatro anos de governo

Arquivo Geral

01/01/2015 10h02

<p>A presidenta Dilma Rousseff toma posse hoje (1°) para mais um mandato de quatro anos. Reeleita em outubro com 54,5 milhões de votos, ela vai governar o país até 2018. O vice-presidente, Michel Temer, também reeleito, será empossado na mesma cerimônia.</p>

<p>Mineira de Belo Horizonte, Dilma, 66 anos, tem uma filha e um neto. No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil. Em 2010, foi eleita no segundo turno, com cerca de 55,7 milhões de votos. No primeiro governo, Dilma manteve e ampliou políticas sociais de seu antecessor. Entre os programas que marcaram sua gestão estão o Mais Médicos, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Brasil sem Miséria, uma ampliação do Bolsa Família.</p>

<p>A presidenta reeleita começa o novo governo com desafios principalmente econômicos, como o controle da inflação e a retomada do crescimento. A nova gestão também começa em meio à crise da maior empresa estatal do país, a Petrobras – investigada pela Polícia Federal devido a casos de corrupção.</p>

<p>Para o segundo mandato, Dilma terá novamente 39 ministérios. Quinze ministros foram mantidos em suas pastas na reforma ministerial, quatro trocaram de ministério, mas foram mantidos no primeiro escalão, e 20 novos nomes vão integrar o governo a partir de 2015. A reforma, feita em etapas, contemplou partidos da base aliada, além da cota pessoal da presidenta, com nomes de sua confiança.</p>

<p>Todos os ministros serão empossados por Dilma hoje, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, em uma das etapas da posse presidencial.</p>

<p> </p>

<p><strong>Conheça a equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato:</strong></p>

<p><strong>Ministério da Fazenda – Joaquim Levy</strong><br>

  Engenheiro naval e doutor em economia, com experiência tanto no mercado financeiro quanto no setor público, Joaquim Levy ocupou cargos no governo federal e no governo do estado do Rio de Janeiro. De 2003 a 2006, foi secretário do Tesouro Nacional no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também vice-presidente de Finanças e Administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Desde 2010, estava no Bradesco.</p>

<p><strong>Ministério da Integração Nacional – Gilberto Occhi</strong><br>

  Ministro das Cidades de março a dezembro de 2014, Gilberto Occhi é formado em direito, tem pós-graduação nas áreas de finanças, mercado financeiro e gestão empresarial. É funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal desde 1980, onde ocupou os cargos de vice-presidente de Governo e de superintendente nacional da Região Nordeste.</p>

<p><strong>Ministério de Minas e Energia – Eduardo Braga</strong><br>

  Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas, Eduardo Braga já foi vereador, deputado federal, prefeito de Manaus, governador do Amazonas por dois mandatos e senador pelo mesmo estado. Este ano, disputou novamente as eleições para o governo estadual, mas foi derrotado. Desde 2012, era líder do governo Dilma Rousseff no Senado.</p>

<p><strong>Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – Nelson Barbosa</strong><br>

  Ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, o economista Nelson Barbosa também integrou a equipe econômica dos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De 2004 a 2006, trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>

<p><strong>Ministério da Previdência Social – Carlos Gabas</strong><br>

  Formado em Ciências Contábeis e servidor de carreira do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Carlos Gabas já foi comandou a pasta entre março de 2010 e janeiro de 2011. Atualmente, estava na secretaria-executiva do ministério.</p>

<p><strong>Secretaria de Aviação Civil – Eliseu Padilha</strong><br>

  Advogado e empresário, o deputado federal Eliseu Padilha foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso de 1997 a 2001. Antes, foi secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Rio grande do Sul. Eleito pela primeira vez deputado federal em 1994, ele está no quarto mandato. É um dos políticos do PMDB mais próximos do vice-presidente da República, Michel Temer.</p>

<p><strong>Ministério da Pesca e Aquicultura – Helder Barbalho</strong><br>

  Formado em administração, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho e da deputada federal Elcione Therezinha Zahluth. Natural de Belém, Helder tentou eleger-se governador do Pará pela primeira vez este ano, mas perdeu para Simão Jatene. Já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Ananindeua.</p>

<p><strong>Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – Nilma Lino Gomes</strong><br>

  Primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade federal, Nilma Lino Gomes é reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab) desde 2013. Mineira de Belo Horizonte, Nilma é pedagoga, mestra em educação e doutora em antropologia social.</p>

<p><strong>Secretaria de Portos – Edinho Araújo</strong><br>

  Advogado e professor, Edinho Araújo está no terceiro mandato de deputado federal e foi novamente eleito em 2014. Começou a vida pública como prefeito de sua cidade natal, Santa Fé do Sul, em São Paulo, e foi também duas vezes prefeito de São José do Rio Preto. Na Câmara dos Deputados, foi vice-líder do PMDB.</p>

<p><strong>Secretaria de Relações Institucionais – Pepe Vargas</strong><br>

  Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário entre 2012 e março de 2014 e deputado federal, Pepe Vargas é formado em medicina e começou a trajetória política como militante no movimento estudantil. Seu primeiro cargo eletivo foi o de vereador de Caxias do Sul em 1988. Foi deputado estadual e duas vezes prefeito de Caxias do Sul. Em 2006, 2010 e 2014 foi eleito deputado federal.</p>

<p><strong>Secretaria-Geral da Presidência – Miguel Rossetto</strong><br>

  Um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o sociólogo Miguel Rossetto deixa o Ministério do Desenvolvimento Agrário, pasta que comandou também no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre setembro e novembro de 2014, Rosseto afastou-se da pasta para integrar a coordenação da campanha de Dilma à reeleição. Já foi vice-governador do Rio Grande do Sul, na gestão Olívio Dutra, e de deputado federal em 1994.</p>

<p><strong>Ministério dos Transportes – Antonio Carlos Rodrigues</strong><br>

  Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, o vereador Antonio Carlos Rodrigues é suplente da senadora Marta Suplicy, vaga que ocupou entre 2012 e novembro deste ano. Advogado e procurador, Rodrigues começou a vida pública na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e já trabalhou na Assembleia Legislativa de São Paulo e nos governos municipal e estadual.</p>

<p><strong>Ministério do Turismo – Vinicius Lages</strong><br>

  Engenheiro agrônomo e doutor em economia do desenvolvimento com especialização em economia de serviços, turismo e desenvolvimento de negócios, Vinicius Lages continuará no comando do Ministério do Turismo, cargo que ocupa desde março de 2014. Antes, ocupava a gerência da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae.</p>

<p><strong>Advocacia-Geral da União – Luís Inácio Adams</strong><br>

  Formado em direito e especialista em direito tributário, Luís Inácio Adams comanda a Advocacia-Geral da União desde 2009. Já atuou como procurador regional da União da 4ª Região, em Porto Alegre, foi consultor jurídico e secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Foi também procurador-geral da Fazenda Nacional entre 2006 e 2009.</p>

<p><strong>Secretaria de Assuntos Estratégicos – Marcelo Neri</strong><br>

  No comando da secretaria desde março de 2013, Marcelo Neri foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre 2012 e 2014. É PhD em economia pela Universidade de Princeton, mestre e bacharel em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professor de doutorado, mestrado e graduação da Fundação Getulio Vargas. É pesquisador de políticas sociais, educação e microeconometria, além de atuar na avaliação de políticas sociais.</p>

<p><strong>Secretaria de Comunicação Social -Thomas Traumann</strong><br>

  Jornalista pela Universidade Federal do Paraná, Traumann coordenou a assessoria de imprensa do ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e foi assessor especial da Secretaria de Comunicação Em 2012, foi nomeado porta-voz da Presidência da República, cargo que acumula com a chefia da pasta. Antes de entrar no governo, Traumann trabalhou no jornal Folha de S.Paulo e nas revistas Veja e Época. Também dirigiu assessorias de comunicação corporativa de algumas empresas como a FSB Comunicações e a Llorente &amp; Cuenca.</p>

<p><strong>Secretaria de Direitos Humanos – Ideli Salvatti</strong><br>

  Natural de São Paulo e licenciada em física, Ideli construiu sua carreira política em Santa Catarina. Senadora entre 2003 e 2011, ela cumpriu dois mandatos como deputada estadual e concorreu ao governo de Santa Catarina em 2010, terminando em 3º lugar. Atual ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli comandou o Ministério da Pesca e Aquicultura, de janeiro a junho de 2011, e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, onde ficou até março deste ano.</p>

<p><strong>Secretaria da Micro e Pequena Empresa – Guilherme Afif Domingos</strong><br>

O empresário Guilherme Afif Domingos comanda a secretaria desde sua criação em 2013. Vice-governador de São Paulo entre 2011 e 2014, eleito na chapa de Geraldo Alckmin, o ministro é formado em administração de empresas. Já foi deputado federal constituinte, ex-presidente do Conselho do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e por duas vezes presidente da Associação Comercial de São Paulo. Também presidiu o Banco de Desenvolvimento do Estado de São Paulo (Badesp) e foi secretário estadual de Agricultura e Abastecimento (1980-1982), de Emprego e Relações do Trabalho (2007-2010) e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia até abril de 2011.</p>

<p><strong>Secretaria de Políticas para as Mulheres – Eleonora Menicucci</strong><br>

  Formada em ciências sociais, doutora em ciência política e pós-doutora em saúde e trabalho das mulheres e livre docência em saúde pública, Eleonora é professora titular (licenciada) de saúde coletiva na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Filiada ao PT, a mineira de Lavras combateu a ditadura militar em alguns momentos ao lado da presidenta Dilma Rousseff. Por essa luta, passou quase três anos na cadeia, em São Paulo, de 1971 a 1973. Participou de conselhos, comissões e consultorias em políticas públicas e direitos das mulheres.</p>

<p><strong>Gabinete de Segurança Institucional – José Elito Siqueiro</strong><br>

  Responsável pelo Gabinete de Segurança Institucional durante o primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff, o general José Elito Carvalho Siqueira será mantido no cargo. Antes de assumir o cargo, José Elito foi chefe de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa e comandou a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) em 2006 e 2007. Também foi diretor de Recursos Humanos do Exército, de 2002 a 2004, comandante da Aviação do Exército, de 2000 a 2002, e da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, de 1999 a 2000. Nascido em Aracaju, em 1946, ingressou nas Forças Armadas aos 20 anos e graduou-se mestre e doutor em ciências militares.</p>

<p><strong>Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Kátia Abreu</strong><br>

  Senadora reeleita este ano para mais um mandato, Kátia Abreu (PMDB-TO) é presidenta da Confederação Nacional da Agricultura desde 2008, entidade de produtores rurais que agrega 27 federações estaduais e 2 mil sindicatos. Uma das parlamentares mais próximas de Dilma, Kátia Abreu integra a bancada ruralista no Congresso, tendo se posicionado de maneira contrária ao governo em temas polêmicos como a competência do Executivo para demarcar terras indígenas.</p>

<p><strong>Banco Central – Alexandre Tombini</strong><br>

  Presidente do Banco Central desde o primeiro ano do governo Dilma Rousseff, Alexandre Tombini será mantido no cargo no segundo mandato da presidenta. No BC, já atuou como diretor, chefe de departamento e consultor. Tombini também já fez parte da diretoria executiva do escritório brasileiro no Fundo Monetário Internacional.</p>

<p><strong>Ministério das Cidades – Gilberto Kassab</strong><br>

  Presidente nacional do PSD, Kassab foi prefeito de São Paulo de 2006 a 2012. Economista, engenheiro civil e empresário, o novo ministro das Cidades assumiu a prefeitura da capital paulista pela primeira vez após a renúncia de José Serra, de quem era vice-prefeito. Ele iniciou a vida política aos 25 anos, tendo passado pelos partidos políticos PL e o PFL (atual DEM) antes de fundar o PSD em 2011.</p>

<p><strong>Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Aldo Rebelo</strong><br>

  Membro do PCdoB desde 1977 e ministro do Esporte no primeiro mandato de Dilma, Aldo Rebelo é jornalista e foi deputado federal eleito por cinco mandatos consecutivos (1989 a 2011). No Congresso, foi presidente da Câmara, líder do governo e relator do projeto que resultou no novo Código Florestal brasileiro. Rebelo também chefiou em 2004 a Secretaria de Coordenação Política e Assuntos Institucionais da Presidência e foi candidato derrotado a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Marta Suplicy (PT) em 2008.</p>

<p><strong>Ministério das Comunicações – Ricardo Berzoini</strong><br>

  Ex-presidente nacional do PT e deputado federal por quatro mandatos, Berzoini chefiará pela quarta vez uma pasta na Esplanada. À frente da Secretaria de Relações Institucionais desde o início de 2014, o petista já foi ministro da Previdência Social e do Trabalho no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Bancário, Berzoini iniciou sua militância no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, em 1985, e também foi secretário de imprensa da Central Única dos Trabalhadores.</p>

<p><strong>Controladoria-Geral da União – Valdir Simão</strong><br>

  Auditor de carreira da Receita Federal, Valdir Simão foi secretário-executivo da Casa Civil da Presidência desde o início de 2014. O novo ministro da CGU já assessorou a presidenta Dilma coordenando o Gabinete Digital da Presidência e presidiu o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), além de ter sido secretário de Fazenda do Distrito Federal.</p>

<p><strong>Ministério da Cultura – Juca Ferreira</strong><br>

  Juca Ferreira deixa a secretaria municipal de Cultura de São Paulo para assumir o cargo que já ocupou no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Idealizador dos Pontos de Cultura, o ministro foi também secretário-executivo da pasta entre 2003 e 2008. Formou-se em Ciências Sociais na França, um dos países por onde passou enquanto esteve exilado por nove anos durante a ditadura militar. Na campanha à reeleição de Dilma, coordenou o programa de cultura da candidata e também mobilizou artistas e grupos culturais para apoiá-la.</p>

<p><strong>Ministério da Defesa – Jaques Wagner</strong><br>

  Membro fundador do PT, o novo ministro da Defesa governou a Bahia por dois mandatos consecutivos. Deputado federal por dois mandatos, Wagner foi ministro de Relações Institucionais e coordenou a Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.</p>

<p><strong>Ministério do Desenvolvimento Agrário – Patrus Ananias</strong><br>

  Patrus Ananias comandou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome entre 2004 e 2010, quando foi formulado e implementado o Programa Bolsa Família. Ex-prefeito e ex-vereador de Belo Horizonte, o petista também foi deputado federal e candidato a governador de Minas Gerais em 1998 e a vice em 2010, perdendo nas duas ocasiões.</p>

<p><strong>Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – Armando Monteiro Neto</strong><br>

  Senador pelo PTB de Pernambuco, Armando Monteiro presidiu a Confederação Nacional da Indústria entre 2002 e 2010. O novo ministro, que vem de uma tradicional família de políticos pernambucanos, já teve passagens pelo PSDB e pelo PMDB. Na Câmara dos Deputados e no Senado, defendeu temas como geração de empregos, inovação tecnológica e fortalecimento das micro e pequenas empresas.</p>

<p><strong>Ministério da Educação – Cid Gomes</strong><br>

  Governador do Ceará por dois mandatos, Cid Gomes migrou do PSB para o PROS no final de 2013, quando o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, falecido em agosto do ano passado, se desligou do governo Dilma para concorrer às eleições presidenciais. Ex-prefeito de Sobral (CE) por duas vezes também foi consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. Cid é irmão de Ciro Gomes, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, em 1994, e da Integração Nacional, em 2003.</p>

<p><strong>Ministério do Esporte – George Hilton</strong><br>

  Deputado federal reeleito em 2014 para o seu terceiro mandato, o ministro que vai ficar responsável pela organização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro é filiado ao PRB de Minas Gerais. Ingressou na vida política pelo PST, elegendo-se deputado estadual de Minas Gerias em 1998 e reelegendo-se para o segundo mandato em 2002 pelo PL. Pelo PP, assumiu pela primeira vez o cargo na Câmara dos Deputados. Hilton é natural de Alagoinhas, na Bahia e é radialista, apresentador de televisão e teólogo.</p>

<p><strong>Casa Civil – Aloizio Mercadante</strong><br>

  Com experiência na militância política, no Legislativo e no governo, Mercadante vai continuar comandando o órgão responsável pela coordenação das ações do governo. Depois de ocupar os ministérios da Ciência e Tecnologia e o da Educação no governo Dilma, ele se tornou em 2014 uma das pessoas mais próximas da presidenta, sendo o ministro mais recebido por ela em audiências oficiais. Além de senador e deputado federal, Mercadante foi candidato derrotado à Vice-Presidência da República junto com Luiz Inácio Lula da Silva em 1994 e ao governo de São Paulo em 2006 e 2010.</p>

<p><strong>Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome- Tereza Campello</strong><br>

  Economista que comanda a pasta desde o início do primeiro mandato de Dilma, Tereza Campello iniciou suas carreiras política e acadêmica no Rio Grande do Sul, onde participou das gestões petistas na prefeitura de Porto Alegre e no governo gaúcho. Na transição para o primeiro mandato de Lula, integrou a equipe que formulou o Programa Bolsa Família</p>

<p><strong>Ministério da Justiça – José Eduardo Cardozo</strong><br>

  Um dos ministros mais próximos da presidenta Dilma, Cardozo foi deputado federal por dois mandatos e um dos relatores do projeto de lei de iniciativa popular da Ficha Limpa. Advogado, professor universitário, procurador licenciado e ex-vereador de São Paulo, comanda o Ministério da Justiça desde o início do primeiro mandato da petista.</p>

<p><strong>Ministério do Meio Ambiente – Izabella Teixeira</strong><br>

  Bióloga e doutora em planejamento ambiental, Izabella Teixeira é funcionária de carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Foi secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente de 2008 a 2010 e subsecretária da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. Foi durante sua gestão no primeiro mandato de Dilma que ocorreu a aprovação do novo Código Florestal, a construção da Usina de Belo Monte, e quando o país registrou as menores taxas de desmatamento da Amazônia Legal.</p>

<p><strong>Ministério das Relações Exteriores – Mauro Vieira</strong><br>

  O novo chanceler volta ao Brasil após chefiar a embaixada brasileira nos Estados Unidos desde 2010 e, antes, na Argentina. Vieira é formado em direito pela Universidade Federal Fluminense e já serviu em representações no Uruguai, México e na França, além de ter atuado como chefe de gabinete do ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim.</p>

<p><strong>Ministério da Saúde – Arthur Chioro</strong><br>

  No comando da Saúde desde fevereiro de 2014, Chioro será mantido à frente da pasta. Mestre e doutor em saúde coletiva, já foi secretário municipal de Saúde nos municípios paulistas de São Bernardo do Campo e São Vicente. Também é pesquisador da área de Planejamento e Gestão em Saúde da Universidade Federal de São Paulo e já atuou como diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde entre 2003 e 2005.</p>

<p><strong>Ministério do Trabalho e Emprego – Manoel Dias</strong><br>

  Fundador do PDT, Manoel Dias começou a carreira política como líder estudantil no início dos anos 1960. Teve mandatos de vereador e deputado estadual de Santa Catarina cassados durante a ditadura militar. Além da criação do seu partido ao lado de Leonel Brizola, Manoel Dias também ajudou a refundar o Partido Trabalhista Brasileiro e a fundar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que posteriormente daria origem ao PMDB. Foi candidato a governador de Santa Catarina em 2006 e 2010, sem sucesso.</p>

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado