A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tentou ontem se desvincular do escândalo que envolve sua sucessora na Casa Civil do governo, Erenice Guerra, em lobby para empresas obterem contratos com o governo federal.
“Eu não tenho de provar nada da minha pessoa. Eu não estou sendo acusada de nada. Eu não vou me manifestar sobre esse assunto. É um assunto do governo. Essa é uma questão que não está no âmbito da minha campanha. O governo responderá por ela”.
Para Dilma, a tentativa de ligá-la ao escândalo só interesse “à pauta negativa caluniadora do meu adversário”. “Esses saltos mortais que pegar um fato e querer ligar a mim, e meio não tem nada… Eu não vou mais dar combustível para isso. Não respondo a isso”, esclareceu a petista, na tarde de ontem, na favela de Paraisópolis (Zona Sul de São Paulo).
O filho de Erenice, Israel Guerra, é apontado como o pivô do esquema de tráfico de influência que teria a conivência da mãe. Uma empresa dele cobraria comissões de empresas interessadas em obter contratos ou favores do governo e a própria ministra teria participado de algumas conversas, segundo reportagem da revista Veja que foi às bancas ontem.
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