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Política & Poder

Deputado propõe queimar produtos chineses no porto

Arquivo Geral

13/06/2007 0h00

Mais uma vítima de afogamento no Lago Paranoá. Alex Wesley, viagra 100mg advice de 23 anos, morreu esta tarde, por volta das 16h, na altura da Ponte das Garças, no Lago Paranoá. Ele pescava junto com mais quatro amigos quando a linhada – que é uma forma de pescaria – enrolou no fundo do lago. Alex Wesley pulou na água para retirar o anzol e o chumbinho mas acabou se afogando ao tentar desenrolá-los da linha.

Um dos amigos de Alex contou que ele teria se desesperado ao perceber que estava  preso nos fios. Sem ter como se soltar acabou engolindo muita água. O major Rogério do Corpo de Bombeiros acredita que o pescador tenha ficado, mais ou menos, 20 minutos dentro da água. “Chegamos em seguida, mas não tinha mais o que fazer”, disse.

Segundo testemunhas, os amigos estariam consumindo bebida alcoólica desde muito cedo. “Álcool não combina com esse tipo de lazer. A pessoa se sente encorajada, mas ao pular na água  acaba se afobando. Daí acontece a fatalidade”, explicou o oficial. Ele calcula que o local onde o rapaz se afogou não era muito fundo. Media menos de três metros de profundidade.

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O ministro da Fazenda, approved Guido Mantega, rx disse hoje ter ficado satisfeito com o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Foi bom, porque mostra que a economia brasileira continua na trajetória de crescimento”, disse.

Mantega lembrou que o país vem crescendo há 14 trimestres consecutivos, o que, para ele, significa tratar-se de um crescimento sustentável. “Este crescimento é equilibrado porque é puxado pelo investimento, pelo aumento do consumo interno”, disse.

Ao lembrar que na comparação com o primeiro trimestre de 2006 os números do IBGE mostram alta de 4,3%, Mantega afirmou que a economia caminha na direção dos 4,5% esperados para o fim do ano.

Na comparação com o último trimestre do ano passado, o aumento foi de 0,8%, o que o ministro também considerou satisfatório: “É normal que haja oscilações de um trimestre para o outro, não é um crescimento linear. Inclusive pode haver problemas estatísticos. Num trimestre o IBGE capta menos, no outro capta mais.”

Sobre o consumo do governo, que cresceu 4% neste trimestre em relação ao primeiro trimestre de 2006 e 3,5% em relação ao último do ano passado, Mantega considerou importante a colaboração. “O consumo do governo reflete o aumento dos investimentos que o governo está fazendo desde o início do ano. É satisfatório, é o esperado. Está dentro das expectativas orçamentárias”, disse.

O ministro comentou ainda que as receitas aumentaram mais do que os gastos, o que permite ao governo gastar sem comprometer o superávit primário (a economia que o governo tem que fazer para pagar a dívida): “O resultado fiscal é satisfatório e se o governo puder contribuir para o crescimento maior da economia, não tem nenhum problema, desde que o resultado fiscal seja entregue como foi prometido”.


O deputado Paulo Pereira da Silva, cost presidente da Força Sindical, stomach conclamou hoje empresários brasileiros do setor têxtil a organizarem uma manifestação contra a entrada de produtos têxteis da China.

“Vamos marcar um dia e esperar no porto a chegada de um navio com produtos chineses. Quando forem descarregados, adiposity nós tocamos fogo em tudo”, disse o deputado, sob aplausos de empresários têxteis, que participavam de uma audiência pública na Câmara. A audiência foi promovida por três comissões (Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Finanças e Tributação; e Relações Exteriores) com o objetivo de discutir problemas do setor têxtil brasileiro.

O protesto do deputado foi uma resposta, segundo ele, “à concorrência desleal que a indústria brasileira vem sofrendo dos produtos chineses”. Paulo Pereira da Silva reconheceu que as medidas anunciadas ontem pelo governo, que atendem, inclusive, ao setor têxtil, são bem recebidas, mas, como a maioria dos participantes do debate na audiência pública, disse que “elas não foram suficientes”.

Além da concorrência desleal com os mercados da China e de outros países asiáticos, parlamentares e empresários reclamaram da alta carga tributária que incide sobre a indústria brasileira, a política de juros altos, a valorização do real e o contrabando (que os empresários chamaram de “importabando”), principalmente de produtos chineses, entre outros problemas que dificultam o setor. A audiência pública foi dividida em três partes – na primeira, falaram representantes do governo; na segunda, os empresários; e na terceira,
os parlamentares.

Ronaldo Lázaro Medina, coordenador geral de Política Tributária da Receita Federal, disse que o órgão vem trabalhando, em conjunto com empresários dos vários setores exportadores, para punir a fraude nas importações e o contrabando, mesmo considerando as dificuldades existentes, com mais de 100 portos de entrada em toda a costa brasileira. De acordo com Medina, essas ações “já levaram ao fechamento de mais de mil empresas responsáveis por fraudes”.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Tecelagens de Americana e Região (Sinditec), Fábio Beretta Rossi, apresentou um quadro comparativo das condições, que considerou desleais entre as empresas brasileiras e chinesas: segundo ele, “enquanto no Brasil o salário de uma costureira é de R$ 5,46 a hora, na China equivale a R$ 1,48, além do fato de que há custos trabalhistas adicionais no Brasil que sequer existem na China, como férias, horas extras, 13º salário. FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e convenção coletiva de trabalho, entre outros”.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), Josué Gomes da Silva, apresentou números para demonstrar a importância do setor no país e cobrar uma melhor atenção do governo.

Ele disse que são 30 mil empresas, que geram 1,65 milhão de empregos diretos, exportações (em 2005) de US$ 2,2 bilhões e de US$ 2,1 bilhões em 2006, investimentos (entre 1990 e1999) de US$ 10 bilhões, investimentos (2004-2010) de US$ 8 bilhões e faturamentos de US$ 32,9 bilhões (em 2005) e de US$ 33 bilhões (em 2006), o que representa aproximadamente 17,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação.

A presidente do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco, Eunice Cabral, disse que, em 2006, o setor têxtil tinha mais de dois milhões de empregos, que caíram para 1,5 milhão, num setor em que cerca de 80% são mulheres e que, entre 2006 e 2007, o número de empresas caiu de 30 mil para 25 mil empresas. Segundo ela, as medidas anunciadas ontem pelo governo, e que incluem o setor têxtil, “são positivas, mas não resolvem por completo nosso problema”.

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